• Restaurantes de topo com menus a 20 euros
  • Petiscos com frango, das moelas à batata doce
  • Kiev, a porta de entrada da Ucrânia

Parlamento

PS impõe disciplina de voto contra a adopção por casais gay

06.01.2010 - 18:23 Por Maria José Oliveira, Nuno Simas

  • Votar 
  •  | 
  •  10 votos 
Os socialistas vão votar contra as propostas que apoiam a adopção por casais homossexuais Os socialistas vão votar contra as propostas que apoiam a adopção por casais homossexuais (Brian Snyder(Reuters))
Está decidido e é tudo menos pacífico dentro da bancada do PS. Na sexta-feira, vai haver disciplina de voto na bancada socialista para os projectos do Bloco de Esquerda e do PEV que, além do casamento gay, prevêem a possibilidade de adopção.

As excepções, em número reduzido, serão tratadas, caso a caso, pelo líder parlamentar, Francisco Assis, disse ao PÚBLICO um membro da direcção do grupo parlamentar.

A decisão passou por uma conversa, ao almoço, entre Assis, a direcção da bancada e o secretário-geral e primeiro-ministro, José Sócrates, em São Bento, e será debatida na reunião plenária de deputados.

Além de Miguel Vale de Almeida, João Galamba e Inês de Medeiros, eleitos nas listas de deputados como independentes, também pediram liberdade de voto o ex-líder da JS Sérgio Sousa Pinto e Duarte Cordeiro, actual secretário-geral da “jota”.

Hoje, em declarações aos jornalistas, Francisco Assis anunciou que “a decisão está tomada”, mas remeteu mais pormenores para a reunião do grupo parlamentar, hoje à noite.

Assis admitiu que “nem sempre” está “em consonância” com o secretário-geral do partido e foi esse o caso.

Estatísticas

  • 15 leitores
  • 74 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1416574

Comentário + votado

Um fraco rei faz fraca a forte gente

"Um fraco rei faz fraca a forte gente"...

violeta

06.01.2010 22:42

X

Mais em Política (7 de 10 artigos)

Rui Pereira afirma que a resolução do Conselho de Ministro sobre as ajudas para o oeste foi a medida mais adequada Rui Pereira diz que declaração de estado de calamidade seria "prejudicial"