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Estarão presentes Passos Coelho, Portas e Sócrates

Presidente da República assinala Dia de Portugal em Castelo Branco

10.06.2011 - 08:57 Por Lusa

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Cavaco Silva não revelou o tema do discurso Cavaco Silva não revelou o tema do discurso (Tiago Petinga (arquivo))
O Presidente da República assinala hoje o Dia de Portugal em Castelo Branco, palco este ano das comemorações oficiais do 10 de Junho, onde estarão presentes o primeiro-ministro cessante, o futuro chefe do Governo e o líder do CDS-PP.

O programa das comemorações oficiais do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, arranca com a tradicional cerimónia militar, onde o chefe de Estado, Aníbal Cavaco Silva, fará a primeira intervenção do dia.

Antes ainda de Cavaco Silva usar da palavra, haverá uma breve cerimónia de homenagem aos mortos em combate.

A cerimónia militar teve este ano algumas alterações em relação ao que habitualmente tem sido feito, de forma a reduzir os custos, sendo que pela primeira vez não se irá realizar o tradicional desfile aéreo (apenas quatro F-16 irão passar pelo local no momento da homenagem aos mortos).

O número de militares foi reduzido em cerca de 400 homens, apesar da presença dos três ramos estar garantida, e também não se irá realizar o desfile do bloco motorizado.

Relativamente às cerimónias civis também se verificou uma redução nos custos, com o total a ser 30 por cento mais baixo que o de 2010, ano em que já se tinha conseguido obter o orçamento mais baixo de todos os anos.

Depois da cerimónia militar, pelas 12h00 terá início a sessão solene do Dia de Portugal, onde, além do Presidente da República, usará da palavra o presidente da Comissão das Comemorações do Dia de Portugal, António Barreto.

A intervenção de Cavaco Silva na sessão solene do 10 de Junho será o seu primeiro grande discurso após as eleições, e depois de já ter pedido ao líder do PSD, Pedro Passos Coelho, para formar um Governo “maioritário e consistente”.

Na quinta-feira, em declarações aos jornalistas já em Castelo Branco, o Presidente da República adiantou que o seu discurso será “uma intervenção de fundo”, dirigida a “todo o país”, e que será focado “só num tema”.

“Normalmente eu escolho um tema que nem sempre é muito valorizado ou não está na agenda política da altura, mas que é importante para o país”, notou, pedindo para que o deixem manter “a incerteza” quanto ao tema.

Na plateia a ouvir as suas palavras estarão, entre muitas outras personalidades de vários sectores, o ainda primeiro-ministro, José Sócrates, o futuro chefe do Governo e presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, e o líder do CDS-PP, Paulo Portas.

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Ouvi-o há pouco a falar da Língua Portugesa, o homem que assinou o «acordo» ortográfico ...

Victor Carvalho

10.06.2011 09:45

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