O ministro dos Negócios Estrangeiro, Luís Amado, disse hoje na Assembleia da República que a renúncia de Fidel Castro à presidência cubana é “um início formal de transição política” que a UE tem “procurado alimentar”.
“Não creio que tenha implicações imediatas” reconheceu o ministro quando questionado pelos jornalistas sobre as consequências deste afastamento, mas acredita tratar-se de “uma nova fase" para Cuba que “começará a partir de hoje a ganhar forma”.
Nesse sentido é, considerou o ministro, uma boa oportunidade para “promover relações com Cuba” no quadro de uma transição “que se espera pacífica”.
“É o fim de um período que já se vinha anunciando”, sintetizou, numa referência ao ano e meio de convalescença que obrigou o histórico líder cubano a afastar-se da condução dos destinos do país.


