O líder do CDS-PP, Paulo Portas, considerou que é “uma estupidez social” desprezar a agricultura como disse estar a acontecer “nos últimos anos” em Portugal.
O líder do CDS-PP, Paulo Portas, considerou que é “uma estupidez social” desprezar a agricultura como disse estar a acontecer “nos últimos anos” em Portugal.
“É um crime do ponto de vista económico e é um erro do ponto de vista ecológico e é uma estupidez do ponto de vista social desprezar a agricultura como em Portugal nos últimos anos tem acontecido em Portugal”, afirmou Paulo Portas, na cooperativa de produtores de leite de Vila Nova de Famalicão.
Com o cabeça-de-lista do CDS-PP às europeias, o líder do CDS-PP dedicou o penúltimo dia da campanha eleitoral à questão da agricultura, com fortes críticas ao ministro da tutela, Jaime Silva, que acusou de “ter decapitado a estrutura orgânica” do ministério.
Com casa cheia, o candidato, natural do concelho de Vila Nova de Famalicão e eleito pelo distrito de Braga, apresentou o CDS como “a linha da frente do combate ao mais incompetente ministro da Agricultura desde que há memória em Portugal”.
Contrariando a ideia de que em Portugal não vale a pena ser agricultor nem produzir porque “o que vem de França é mais barato”, o candidato afirmou que “se assim é, muita coisa teria que fechar as portas em Portugal”.
Nas críticas ao ministro, Nuno Melo e Paulo Portas não ficaram sozinhos, com o presidente da Frabricoop, Joaquim Azevedo, a deixar um apelo: “Nestes dias, o ministro da Agricultura pede aos agricultores que se associem. Nós vamo-nos associar, mas para o pôr de lá para fora”, disse.


