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PSD

Passos Coelho reitera apoio a Cavaco Silva

30.05.2010 - 11:11 Por Lusa

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Pedro Passos Coelho Pedro Passos Coelho (Foto: Nelson Garrido/arquivo)
O presidente do PSD reiterou ontem à noite, em Amarante, o apoio à candidatura de Cavaco Silva garantindo que o seu partido, ao contrário do PS, “que anda desorientado em relação às presidenciais”. Pedro Passos Coelho disse estar atento às sondagens, mas vincou que abrir uma crise política nesta fase teria consequências no sistema financeiro.

“Estamos atentos às sondagens e sabemos que o país tem uma grande expectativa em nós. Mas nós não temos pressa. A nossa vontade não é ir para o Governo depressa, a nossa vontade é preparar um bom Governo para Portugal”, afirmou.

Pedro Passos Coelho garantiu que o PSD está a trabalhar, porque “o pior que podia haver era o partido não estar preparado para as próximas eleições”.

“As pessoas estão muito atentas ao que pensamos, à espera de saber o que vamos fazer. É bom que se respire o peso da responsabilidade. Temos que ouvir Portugal para que o país confie e saiba que connosco vai ter um projecto de mudança”, acrescentou.

O líder social-democrata falou num jantar em Amarante, promovido pela estrutura local da JSD, no qual participaram algumas centenas de militantes.

Apoio a Cavaco Silva
O presidente do PSD garantiu depois que o seu partido, ao contrário do PS, “que anda desorientado em relação às presidenciais”, não tem dúvidas quanto ao apoio à candidatura de Aníbal Cavaco Silva.

“Há pessoas que andam a ficar nervosas na área do PSD, mas não vejo porquê. O PSD tem um candidato natural que é o actual Presidente da República”, vincou, muito aplaudido pelos militantes.

Pedro Passos Coelho também comentou a manifestação de ontem à tarde em Lisboa, promovida pela CGTP, dizendo que “é um sinal de que as pessoas estão insatisfeitas”, mas disse estar mais interessado não em mobilizar os portugueses para manifestações, mas para que o país se “mobilize e trabalhe para lutar por um país mais justo”.

O líder social-democrata reafirmou que o PSD não se sente responsável pela situação em que se encontra o país, responsabilizando os governos do PS “por um conjunto de erros que temos vindo a pagar caro”.

Aludindo implicitamente às prestações sociais, o presidente social-democrata voltou a defender a necessidade de corrigir “algumas injustiças”, frisando que “há pessoas que hoje cumprem e trabalham arduamente e são essas que pagam mais impostos, que pagam a crise”.

“Temos de mobilizar as pessoas para aquilo que é justo. Temos de voltar a colocar a justiça e a equidade no centro das nossas decisões. Temos de mobilizar aqueles que ainda não perderam a esperança”, afirmou ainda.

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Comentário + votado

"A politica do faz de conta"

Porque o Passos Coelho esta a perder tempo a preparar um novo govrerno se ja sabe que quando chegar ...

joaquim azevedo

30.05.2010 15:57

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