O líder do PSD reiterou hoje que só será primeiro-ministro se ganhar as eleições e, mais uma vez, rejeita uma coligação de Governo com o PS, mas não exclui procurar consensos com o PS.
“Não serei primeiro-ministro se não ganhar as eleições e não farei uma coligação com o PS que deverá ser o partido alternativo ao governo que vier a ser escolhido pelos portugueses.
Isso não implica não procurar consensos com o PS (que serão necessários). Significa que não precisamos de ter uma salada russa no governo”, disse Passos Coelho, em resposta a um participante do chat do PÚBLICO.
Questionado ainda por outro leitor sobre uma possível aliança pós-eleitoral com o CDS e qual o cargo ministerial que daria a Paulo Portas, o líder do PSD voltou a falar numa maioria absoluta. “Qualquer que seja o resultado das eleições (e espero que o PSD possa obter uma maioria absoluta para ter um governo coeso e forte) a inclusão do CDS-PP deverá ser tratada dignamente em negociação com esse partido” disse Passos Coelho, considerando que o chat do PÚBLICO não é o local para se fazer essa discussão.
Ao longo de uma hora, o líder do PSD respondeu a perguntas de leitores sobre as reformas na administração pública, modelo de avaliação de professores, as medidas da troika, política fiscal, a proposta de extinção do ministério da Cultura, a situação dos reguladores da concorrência e a reforma do sistema eleitoral.
Pode ler as respostas de Passos Coelho no chat do PÚBLICO.


