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Políticas de austeridade

Passos Coelho defende limites para reformas

06.06.2010 - 20:01 Por Lusa

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O presidente do PSD argumentou que o exemplo tem de vir do Estado O presidente do PSD argumentou que o exemplo tem de vir do Estado (Daniel Rocha (arquivo))
O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, defendeu hoje que os exemplos de austeridade têm que partir do Estado, defendendo que estas medidas devem também reflectir-se na própria máquina do Estado, designadamente nos limites para as reformas.

“Aqueles que receberam pensões muito elevadas também têm que dar o exemplo. Nós devíamos limitar em Portugal, por lei, as pensões máximas e aquelas que se podem acumular”, afirmou.

“E a tendência deveria ser cada vez mais não há acumulação de pensões. Num estado de necessidade não pode haver acumulação de pensões e de pensões muito elevadas”, acrescentou.

Pedro Passos Coelho, que falava em Portalegre durante um almoço convívio com militantes e simpatizantes do PSD, voltou a defender a redução dos vencimentos na classe política.

“Diz o primeiro-ministro que não acredita em gestos simbólicos, mas como foi preciso fazer um acordo com o PSD teve de aceitar que se baixasse em cinco por cento os salários da classe política”, disse.

“Eu não faço demagogia com isso, não é que os políticos ganhem muito, mas têm que dar o exemplo e o Estado tem que dar também o exemplo”, concluiu.

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Proponho...

Proponho que durante os proximos 5 anos nenhuma reforma seja superior a 5000€. Quem. ...

José Braga

06.06.2010 23:17

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