Nuno Melo diz que Refúgio Aboim Ascensão devia reproduzir-se por todo o país

02.06.2009 - 23:03 Por Lusa
O cabeça de lista do CDS-PP às eleições europeias, Nuno Melo, visitou hoje o Refúgio Aboim Ascensão, em Faro, e considerou que a instituição de apoio a crianças em risco é um exemplo que deve ser seguido em todo o país.
"Esta visita é necessariamente muito impressionante porque se percebe como crianças oriundas de meios muito desfavorecidos ou por circunstâncias muito graves têm um acolhimento que é verdadeiramente extraordinário", considerou o candidato popular.
Nuno Melo sublinhou que "o afecto, o profissionalismo, a forma como as crianças são tratadas e como aqui são felizes é um exemplo" que levará consigo "e não há governante que não devia deixar de testemunhar". "O que aqui se faz poderia ser feito em muitos outros pontos deste país", afirmou o candidato do CDS, que esteve acompanhado na visita ao Refúgio Aboim Ascensão pelo presidente do partido, Paulo Portas, entre outros.
Nuno Melo lembrou que há "muitas crianças em situação de dificuldades extremas e entregues a condições que não têm sequer o mínimo de comparação com o que se viu" no refúgio, em Faro, e que "o que aqui está era possível noutros sítios e era desejável que assim fosse". "Uma instituição destas não nasce só de um conceito, nasce de uma série de pessoas que tiveram a capacidade de pensar esse conceito, pô-lo em prática e fazer da instituição o que ela é. E seguramente que outras pessoas, conhecendo-o, permitirão que se reproduza", considerou o número um da lista popular às eleições de 07 de Junho.
Nuno Melo reiterou que "o carinho que as crianças aqui têm bem falta faz por todo o país". O candidato comentou ainda as ajudas que algumas empresas dão ao refúgio e que contribuem para o seu funcionamento, que uma equipa de técnicas integradas e com toda a qualidade para as crianças.
"Valha-nos isso: temos o estado que comparticipa, mas temos também uma sociedade civil que não fica alheia ao que aqui se passa", frisou Melo, acrescentando que "sem elas a instituição não sobreviveria, porque a comparticipação do Estado é de pouco mais de 40 por cento".

