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Teixeira dos Santos perspectiva congelamentos no sector privado

Ministro das Finanças afasta aumento de salário mínimo

30.09.2010 - 14:31

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O acordo entre o Governo e os parceiros sociais prevê que o salário mínimo passe para 500 euros em 2011 O acordo entre o Governo e os parceiros sociais prevê que o salário mínimo passe para 500 euros em 2011 (Daniel Rocha/ arquivo)
O ministro das Finanças considerou hoje, em Bruxelas, ser “difícil” que haja aumentos salariais no sector privado, nomeadamente no salário mínimo, tendo em consideração as medidas que deverão ser aplicadas no sector público da economia.

“Na minha opinião vejo difícil que se justifiquem aumentos de salários no sector privado face àquilo que está a ser feito no sector público”, respondeu Fernando Teixeira dos Santos depois de questionado sobre se lhe parecia realista aumentar o salário mínimo.

O ministro fez esta declaração no final de uma reunião dos ministros das Finanças da zona euro.

O acordo tripartido, entre os Governo e os parceiros sociais, sobre o salário mínimo nacional, estabelecido em 2006, prevê que esta remuneração passe para os 500 euros em 2011, mas as confederações patronais defendem que não se cumpra por falta de condições nas empresas.

O Governo anunciou ontem um conjunto de medidas de austeridade com o objectivo de consolidar as contas públicas. Entre essas medidas estão o corte de salários de cinco por cento na massa salarial da Função Pública, o congelamento das pensões em 2011 e o aumento em dois pontos percentuais do IVA, que passará a ser de 23 por cento. As restantes taxas do IVA também vão ser revistas.

O Executivo de Sócrates decidiu congelar os investimentos públicos, cortar os benefícios sociais e também os benefícios fiscais das empresas e criar um imposto sobre o sector financeiro.

Estas medidas têm de ser aprovadas na Assembleia da República para entrarem em vigor.

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Comentário + votado

A MINHA CONTRIBUIÇAO COMO CIDADAO PORTUGUES....

Já que o Ministro Teixeira dos Santos e Sócrates nao sabem onde podem cortar na Despesa, ...

Hernani Cardoso

30.09.2010 16:31

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