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Visita à base do Montijo

Ministro da Defesa reconhece que saída de pilotos para a aviação civil é “problema real”

03.11.2009 - 16:17 Por Lusa

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Devido à construção do novo aeroporto em Alcochete, as pistas da base do Montijo terão que sofrer obras de alteração Devido à construção do novo aeroporto em Alcochete, as pistas da base do Montijo terão que sofrer obras de alteração (Enric Vives-Rubio (arquivo))
O ministro da Defesa, Augusto Santos Silva, reconheceu hoje que a saída de pilotos da Força Aérea para a aviação civil é um “problema real”, considerando necessário tomar mais medidas de incentivo para impedir a ‘fuga’.

No final de uma visita do Presidente da República à Base Aérea do Montijo, Augusto Santos Silva recordou que já foram tomadas algumas medidas, como a passagem de oito para 12 anos do tempo mínimo de permanência como piloto da Força Aérea. Contudo, sublinhou, “é necessário tomar outras medidas, designadamente nas questões de incentivo aos pilotos”.

“Esses incentivos estão ligados quer à própria modernização do equipamento, às missões que os pilotos podem aqui desempenhar, quer às suas condições de trabalho e remuneração”, adiantou.

Interrogado sobre como se sente na tutela da pasta da Defesa, que assumiu na semana passada, Augusto Santos Silva disse ter todo o gosto em desempenhar as funções que lhe foram confiadas e recusou sentir-se “desajustado no cargo”. “Não me sinto nada desajustado, já fui chamado a cumprir funções em várias pastas, esta é mais uma, mas é uma que assumo com particular gosto, porque aqui cruza-se a história portuguesa com o presente e o futuro de Portugal”, acrescentou.


Modernização das FA é “prioridade absoluta”
Augusto Santos Silva garantiu também que a modernização dos C-130 é “uma prioridade absoluta” da modernização do equipamento das Forças Armadas e “seja no quadro da actual lei [de Programação Militar], seja na próxima revisão, essa prioridade será acautelada”, assegurou o ministro, quando questionado sobre os atrasos na modernização dos C-130.

Interrogado sobre a possibilidade de Portugal enviar mais militares para o Afeganistão, disse ser ainda “prematuro” falar sobre o assunto. “Vamos ver como decorrerá o processo de decisão. Portugal está no âmbito da segurança corporativa empenhado em participar nos processos em que estejam envolvidos os seus aliados e o sistema de alianças a que pertence. É prematuro dizer outra coisa que não isto.”

Questionado sobre a possibilidade da construção do novo aeroporto internacional de Lisboa em Alcochete poder interferir com a Base Aérea do Montijo, Augusto Santos Silva garantiu que tal situação não acontecerá. “Não há nenhuma interferência. A Base Aérea do Montijo é uma base essencial para a Força Aérea Portuguesa e a próxima construção do novo aeroporto de Lisboa no chamado campo de tiro de Alcochete em nada interferirá com a Base”, sustentou.

A única alteração que terá de ser feita, acrescentou, é que a pista que é hoje a secundária da Base Aérea tornar-se-á no futuro a pista principal e aquela que é hoje a pista principal tornar-se-á a pista secundária.

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É um problema re

È um problema republicano , Silva . Não é um problema real . Para um ...

O SILVA É QUE SABE .....

03.11.2009 22:28

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