• |
  • Iphone
  • |
  • Mobile
  • |
  • RSS
  • |
  • Twitter
  • |
  • Facebook
  • Siga-nos em:
  • Envie-nos uma pergunta sobre um problema da sua rua, bairro ou cidade
  • Haiti: Um terramoto de 500 anos - Paulo Moura, em Port au Prince
  • João queria morrer sozinho, mas acabou por matar a filha

“Escolhas de Marcelo”, na RTP

Marcelo sem vontade de ser candidato “de facção” no PSD mas não se exclui da corrida

01.11.2009 - 21:34 Por Nuno Simas

  • Votar 
  •  | 
  •  3 votos 
“Se a minha avó tivesse rodas seria o quê? Um autocarro?” A pergunta, retórica, de Marcelo Rebelo de Sousa deixa claro que ficou tudo na mesma quanto à hipótese de vir a ser candidato à liderança, como sugeriram Alexandre Relvas, José Luís Arnaut ou Matos Correia. Com a velha máxima política “nunca digas nunca”, o ex-líder mantém o seu estatuto de “reserva” da nação laranja.
 (Luís Efigénio (arquivo))

Mas há uma diferença: Marcelo não tem vontade de voltar a concorrer ao lugar que já foi seu de 1996 a 1999. Muito menos como um candidato de facção de Ferreira Leite, a líder até à directas de Março ou Abril de 2010, e para quem tem acusações duras: “[Esta facção] só tem uma preocupação: substituir a cara de Manuela Ferreira Leite por outra cara… A minha, mas podia ser outra qualquer.”

Maria Flor Pedroso deixou para o fim das “Escolhas de Marcelo”, na RTP, hoje à noite, uma clarificação do professor quanto à corrida à liderança. No final de uma semana em que o único candidato assumido, Pedro Passos Coelho, o desafiou a dizer o que vai fazer. E vários “barões”, como os classificou, defenderem a sua candidatura. Mas pelas suas respostas, como Flor Pedroso admitia, ficava “tudo na mesma…” Se Passos desistisse podia ser candidato, insistiu. Marcelo pôs o olhar em alvo e disse a frase “pode ser, pode não ser…” E sem Passos, insistiu a jornalista? “Se a minha avó tivesse rodas seria o quê? Um autocarro? A questão não é ser candidato. A questão é haver ou não condições para a unidade. Pode ser candidato uma pessoa qualquer.”

Agora, para baixar a pressão dos tais “barões”, Rebelo de Sousa espera não ter que falar do assunto nas próximas “quatro semanas”. Ou seja, que não tem vontade de ser candidato.

Depois de “uma semana pouco feliz para o PSD”, em que o debate de nomes substituiu o debate de ideias, Marcelo não acredita que os barões abandonem a luta de facções e adoptem uma estratégia “de unidade”, como chegou a propor, há uma semana, como a “cimeira” com ex-líderes. “Acha que Passos Coelho sai da posição que teve e os apoiantes de Manuela Ferreira Leite dão a mão a Pedro Passos Coelho? Eu não”, afirmou Marcelo, que só ponderava concorrer em ambiente de “unidade”.

E se um dos cenários que poderia influenciar uma decisão de Marcelo eram as presidenciais, o professor admite que Cavaco se atravessará em 2010. Ele, que não esconde a ambição de um dia concorrer a Belém, acha que o actual Presidente está para ficar e fez, na posse do Governo, “o primeiro discurso de recandidatura”.

Notícia substituída às 23h26

Comentar Critérios para publicação de comentários dos leitores

Restam 1200 caracteres

Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados.

Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.