• |
  • Iphone
  • |
  • Mobile
  • |
  • RSS
  • |
  • Twitter
  • |
  • Facebook
  • Siga-nos em:
  • Envie-nos uma pergunta sobre um problema da sua rua, bairro ou cidade
  • Houston, temos um problema, disse Obama
  • Haiti: Um terramoto de 500 anos - Paulo Moura, em Port au Prince

Guimarães

José Sócrates garante que PR e Governo querem referendo europeu

10.06.2005 - 20:40 Por Lusa

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
O primeiro-ministro, José Sócrates, garantiu hoje em Guimarães que tanto a Presidência da República como o Governo "continuam muito empenhados em fazer o referendo ao Tratado europeu".
José Sócrates afirmou que "o Governo está absolutamente determinado a fazer um referendo sobre a Europa" José Sócrates afirmou que "o Governo está absolutamente determinado a fazer um referendo sobre a Europa" (Estela Silva/Lusa)

"A posição do Presidente, que coincide com a do Governo, sempre foi a de que é necessário perguntar aos portugueses o que pensam da Europa, de modo a afirmar o caminho de desenvolvimento de Portugal no projecto europeu", afirmou.

O governante falava aos jornalistas em Guimarães, no final da sessão solene do Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas, na qual o Presidente da República Jorge Sampaio defendeu "um debate sereno" sobre o Tratado Constitucional na sociedade portuguesa.

José Sócrates salientou que "o Governo está absolutamente determinado a fazer um referendo sobre a Europa", e sublinhou que "não se pode permitir que apenas alguns países se pronunciem sobre o Tratado Constitucional".

"Não estou de acordo com a visão de que não interessa conhecer a opinião de todos os povos europeus, de que só interessa a da França, da Holanda ou da Alemanha", acentuou, sustentando que "é importante que todos se pronunciem".

Sobre o próximo Conselho Europeu, argumentou que os 25 países da União devem reflectir sobre os nãos da França e da Holanda, mas vincou que "uma decisão sobre o rumo a tomar só deve ser tomada depois de todos os povos, e entre eles o português, se terem pronunciado".

Manifestou-se de acordo com o apelo feito por Jorge Sampaio a todos os portugueses para que se unam na superação das dificuldades, dizendo que "o problema do país não é estritamente financeiro, é essencialmente económico".

"Se não resolvêssemos o défice orçamental criaríamos mais problemas à economia, que poderia entrar em recessão, o que seria insuportável para as empresas e para as famílias", disse.

Questionado sobre o desagrado manifestado pelo Grupo Parlamentar do PS com as alterações do sistema de reformas e com o fim das subvenções aos políticos, o primeiro-ministro sublinhou que "é a primeira vez que um Governo fez aquilo que devia fazer, acabando com os privilégios absolutamente injustificados da classe política".

"Se alguém está desagradado o que é que eu posso fazer?", perguntou.
Observou que "não seria justo pôr o Estado social a gastar menos sem se começar com o exemplo dos políticos, acabando com as subvenções vitalícias, e com a contagem de tempo a dobrar para os autarcas cada ano de exercício".

  • 5 leitores
  • 0 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1225512

Comentário + votado

Comentar Critérios para publicação de comentários dos leitores

Restam 1200 caracteres

Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados.

Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.