O Governo português, através do Ministério dos Negócios Estrangeiros, felicitou esta manhã o "êxito da missão que provocou a morte de Osama Bin Laden", sublinhando, no entanto, que a morte do líder da Al-Qaeda não representa o fim da organização terrosita.
"O êxito desta missão, que culmina uma longa operação de quase uma década, exprime a determinação do povo americano e seus aliados em combater o terrorismo e o fanatismo, que tantas vítimas inocentes têm provocado", sustenta a nota do gabinete do ministério de Luís Amado, horas depois do Presidente dos EUA, Barack Obama, ter anunciado oficialmente a morte de Bin Laden em Islamabad, Paquistão.
A nota sublinha ainda que "este combate não é contra o Islão" também "vítima de cobardes atentados que tão cruelmente ceifam vidas e obrigam inúmeras populações a viver em clima de insegurança e terror, apenas contribuindo para a desestabilização do mundo".
A chefia da diplomacia portuguesa realça, no entanto, que a morte de Bin Laden, "não representa o fim da Al-Qaeda e o desaparecimento do terrorismo", sendo necessário "manter o mesmo de espírito de cooperação e determinação em defender os nossos princípios e valores de tolerância e convivência pacífica".


