O Eurojust recusou comentar a abertura de um processo disciplinar ao seu presidente, José Luís Lopes da Mota, destinado a averiguar alegadas pressões a dois procuradores que investigam o caso Freeport.
Questionado pelos jornalistas, o porta-voz do Eurojust, Joannes Thuy, alegou tratar-se de um caso nacional, pelo que a instituição não tem nada a comentar enquanto não houver uma decisão oficial do Governo português.
Ontem, o Procurador-geral da República determinou a abertura de um processo disciplinar a José Luís Lopes da Mota sobre alegadas pressões sobre os procuraores que investigam o caso Freeport.


