Anúncio do ministro do Trabalho e da Solidariedade Social

Crise: desempregados vão ter 400 novas unidades de apoio

02.02.2009 - 14:27 Por Lusa

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O ministro disse que não vão ser desafectados meios dos centros de emprego para os GIPs pois vão ser contratadas pessoas para esses gabinetes O ministro disse que não vão ser desafectados meios dos centros de emprego para os GIPs pois vão ser contratadas pessoas para esses gabinetes (Carlos Lopes/PÚBLICO)
Os desempregados vão ter em breve ao seu dispor 400 novas unidades de apoio em todo o país que vão reforçar a intervenção dos centros de emprego, anunciou hoje o ministro do Trabalho e Solidariedade Social.

Os Gabinetes de Inserção Profissional (GIPs) vão funcionar em autarquias, associações sindicais ou empresariais e outras entidades sem fins lucrativos que "estão mais perto dos cidadãos" e os concursos para a sua criação abrem quarta-feira.

"Temos 88 centros de emprego em todo o país mas a actual situação justifica que sejam criados novos locais de atendimento para os desempregados", disse o ministro do Trabalho, José António Vieira da Silva, em conferência de imprensa.

"Tudo o que possa ser feito para aproximar as empresas e os cidadãos dos locais que têm como objectivo a inserção profissional é positivo", acrescentou o ministro numa sessão de apresentação das medidas que o Governo está a promover para minimizar os efeitos da crise económica e financeira no emprego.

O ministro disse ainda que não vão ser desafectados meios dos centros de emprego para os GIPs pois vão ser contratadas pessoas para esses gabinetes "que vão funcionar como pequenas unidades mais operacionais" sedeadas em locais "onde há contacto directo com situações de desemprego".

As 400 novas unidades de apoio aos desempregados vão localizar-se maioritariamente no norte do país (173) e na zona de Lisboa (118).

A zona centro vai ter 60 GIPs, o Alentejo 34 e o Algarve 15.

Estas unidades vão fazer o acompanhamento personalizado dos desempregados, apoiando-os na procura activa de emprego ou encaminhando-os para programas de qualificação, vão captar e divulgar ofertas de emprego e divugar medidas e apoios à criação de emprego.

Cada unidade vai ter metas e objectivos contratualizados que serão depois avaliados.

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Apoio Desempregados

Esta até podia ser uma ideia interessante se fosse bem gerida. Os centros de emprego dispõem da ...

Anónimo

03.02.2009 13:29

X

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