Reunião hoje presidida por Cavaco Silva

Conselho Superior de Defesa discute reforço da presença militar portuguesa no Afeganistão

08.07.2009 - 19:57

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
Há 102 militares portugueses em missão no Afeganistão Há 102 militares portugueses em missão no Afeganistão (Paulo Pimenta)
O Conselho Superior de Defesa Nacional vai discutir amanhã o reforço da presença militar portuguesa no Afeganistão. Neste momento, há 102 militares portugueses naquele país, ao serviço da Força Internacional de Assistência e Segurança (ISAF, nas sigla em inglês).

O Conselho de Estado já havia discutido o assunto no passado dia 15 de Junho. Mas os resultados da reunião, que durou três horas, não foram divulgados.

Em Abril passado, o primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou a intenção de Portugal de duplicar a sua presença na missão da ISAF. Em Junho, o ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, disse que Portugal estava a ponderar várias soluções com com vista ao reforço "significativo" da presença militar no Afeganistão.

Nuno Severiano Teixeira escusou-se então a especificar mais em detalhe sobre a futura composição das tropas portuguesas no Afeganistão, por se tratar de uma matéria a ser discutida em primeiro lugar no Conselho de Estado, que se reuniu em Junho, e depois no Conselho Superior de Defesa Nacional, que se reune amanhã, sob a presidência de Cavaco Silva.

Actualmente, e com o envio na semana passada de uma equipa médica para o país, encontram-se no Afeganistão 102 militares portugueses. No final de Julho, devem ser enviados para o país mais 40 militares, que constituem o destacamento de um avião de transporte Hércules C-130, para prestarem apoio às eleições presidenciais, marcadas para 20 de Agosto.

Estatísticas

  • 9 leitores
  • 2 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1390923

Comentário + votado

few

Portugal está em guerra com o Afeganistão? Porquê ? O que é que os Afegãos nos fizeram de tão ...

Rui Duarte

08.07.2009 23:00

X

Mais em Política (17 de 23 artigos)

Primeiro-ministro diz que não tem de "dar lições de boa educação"