• Petiscos com frango, das moelas à batata doce
  • Já cheira a Verão
  • Energia de bicicletas para o DJ tocar

Medida mereceu abertura por parte do Governo

CDS quer Misericórdias a realizar 40 mil cirurgias

01.02.2010 - 19:00 Por Sofia Rodrigues

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
A proposta do CDS deverá abranger pelo menos 14 hospitais das Misericórdias e permitirá reduzir as listas de espera A proposta do CDS deverá abranger pelo menos 14 hospitais das Misericórdias e permitirá reduzir as listas de espera (Pedro Cunha)
O CDS-PP vai propor a realização de 40 mil cirurgias por ano em quatro especialidades, através de um acordo com a União das Misericórdias, com vista a reduzir as listas de espera. É uma das medidas que o CDS assegurou ter o acordo do Governo nas negociações no âmbito do Orçamento do Estado e que será proposta quinta-feira durante um debate potestativo dos centristas sobre o assunto.

O líder parlamentar do CDS, Mota Soares, não quis adiantar se já tem indicações sobre o sentido de voto do PS. “Levámos esta proposta para as negociações, registámos a abertura e a boa vontade do Governo e esperamos que seja aprovada”, disse o líder da bancada centrista.

O projecto de resolução recomenda que o ministério da Saúde celebre, no prazo de 60 dias, um protocolo com a União das Misericórdias para realizar 40 mil cirurgias por ano em oftalmologia, ortopedia, cirurgia vascular e urologia.

“O objectivo é melhorar o acesso aos cuidados médicos. Há demasiadas pessoas demasiado tempo à espera de uma cirurgia”, explica a deputada Teresa Caeiro, autora da iniciativa, que vem dar corpo ao estabelecido na proposta do OE no sentido de aumentar o número de cirurgias.

À luz do projecto de resolução dos centristas, o acordo deverá abranger pelo menos 14 hospitais das Misericórdias e permitirá reduzir as listas de espera. A iniciativa recomenda ainda que o preço de referência não será acima da tabela já prevista no Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgias e que inclui as consultas necessárias para a realização do acto cirúrgico.

A escolha das quatro especialidades teve como critério o número de inscritos, mas o CDS defende que seria benéfico para os utentes que o acordo fosse alargado a outras áreas como por exemplo as consultas. “Trata-se de uma proposta equilibrada, tendo em conta a situação financeira do país”, refere Teresa Caeiro.

Estatísticas

  • 0 leitores
  • 14 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1420830

Comentário + votado

Só contaram p'ra você!

Qual é a máquina que opera os doentes? Médicos não são certamente!... e o ...

Joaquim Henrique

02.02.2010 00:11

X

Mais em Política (22 de 27 artigos)

Eurodeputado do PSD acusa "Jornal de Notícias" de exercer censura