• Já cheira a Verão
  • Restaurantes de topo com menus a 20 euros
  • Kiev, a porta de entrada da Ucrânia

PS e BE aprovaram lei em Abril

Cavaco Silva vetou Lei da Paridade

02.06.2006 - 13:00 Por PUBLICO.PT

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
Este é o primeiro veto de Cavaco Silva desde que tomou posse, a 9 de Março Este é o primeiro veto de Cavaco Silva desde que tomou posse, a 9 de Março (Armando França/AP (arquivo))
O Presidente da República, Cavaco Silva, vetou hoje a Lei da Paridade, aprovada pelo PS e BE em Abril, e que obriga os partidos a incluir pelo menos um terço de mulheres nas listas candidatas às eleições.

Este é o primeiro veto de Cavaco Silva desde que tomou posse, a 9 de Março. O anúncio da decisão foi feito em comunicado publicado hoje no site da Presidência da República.

Cavaco Silva devolveu ao Parlamento a Lei da Paridade por ter dúvidas quanto ao "carácter excessivo" das sanções contra as listas candidatas às eleições que não cumpram as quotas, de acordo com o comunicado.

O Presidente da República justifica o veto por não aceitar que os partidos cujos órgãos foram “democraticamente eleitos” não tenham liberdade de organizar as suas listas; em zonas “menos povoadas e mais envelhecidas”, haveria sérias restrições à organização das listas em eleições locais; e por fim o texto da Lei da Paridade inibe a “liberdade de escolha do eleitorado”.

Para Cavaco Silva, o diploma optou por um dos “regimes sancionatórios mais rigorosos da União Europeia”, ao invés de seguir “outras soluções adoptadas por vários Estados, correspondentes às melhores práticas”, lê-se no documento disponibilizado pela Presidência da República.

Estatísticas

  • 14 leitores
  • 9 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1259248

Comentário + votado

Currículo

Eu como cidadão deste país e como pessoa interessada no desenvolvimento do mesmo, acho muito bem ...

Anónimo

04.06.2006 05:00

X

Mais em Política (3 de 13 artigos)

Para o líder parlamentar do BE, este é apenas "um revés provisório" BE: veto de Cavaco Silva é uma “posição política conservadora”