Carlos César: Lei das Finanças Regionais e fundos comunitários são "duas grandes vitórias"

13.01.2007 - 22:42 Por Lusa
O presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, considerou hoje como "duas grandes vitórias" dos açorianos a nova Lei de Finanças Regionais e o aumento das verbas dos fundos comunitários até 2013.
"Quem menospreza estas vitórias do Governo e prefere defender outras regiões, em vez de defender a sua própria região, não tem sentido como interveniente na defesa do interesse público nos Açores", criticou o presidente do Governo açoriano.
Carlos César frisou que o arquipélago inicia este ano "uma nova fase e que corresponde a um período de sete anos", marcado pela aprovação recente da Lei de Finanças das Regiões Autónomas e pelo Quadro de Referência Estratégico dos Aç res", com os novos fundos comunitários, que serão apresentados na próxima semana. "Existem nos próximos sete anos todas as condições para que a região continue a crescer com a contribuição do investimento público e privado", sustentou.
Carlos César disse, no entanto, que as empresas açorianas têm desafios "muito rigorosos" pela frente para alcançarem o sucesso e terão "necessariamente que desenvolver uma gestão rigorosa e sustentada". "Há desafios na nossa economia e as empresas têm que responder", sublinhou, considerando que o tecido empresarial tem que "aproveitar todas as possibilidades" que o mercado proporciona para terem sucesso e se modernizarem.
"A fábrica que produz o que o consumidor menos procura certamente deixará de produzir ou terá que, qualquer dia, se ainda puder, passar a produzir outra coisa", apontou.
O responsável adiantou, por outro lado, que no primeiro trimestre deste ano serão aprovados os sistemas de incentivos que criarão "montantes mais volumosos" para o apoio ao investimento privado e à economia açoriana, com especial atenção para a requalificação do tecido empresarial já existente.
Carlos César falava na inauguração da nova sede e complexo de estúdios da IRIS, uma empresa de produção, venda e distribuição de produtos e equipamentos audiovisuais, cuja construção orçou em 750 mil euros.

