• Esgar Acelerado e Valter Hugo Mãe numa combinação vadia
  • Timor-Leste, no Instagram de Maique Madeira
  • Piotr Marzewski, vultos que ganham vida

PSD

Aguiar Branco diz que partido não pode falhar escolha do próximo líder

26.01.2010 - 09:26 Por Lusa

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
Aguiar Branco afirmou que a unidade é “um pressuposto de êxito para qualquer projecto" Aguiar Branco afirmou que a unidade é “um pressuposto de êxito para qualquer projecto" (Daniel Rocha)
O líder parlamentar do PSD, José Pedro Aguiar Branco, afirmou na segunda-feira à noite que o partido não pode falhar na escolha do próximo líder, caso contrário falha a função de ser alternativa ao Governo.

“O PSD não pode falhar a próxima escolha do nosso líder porque (...) é falharmos na nossa função de partido alternativo ao actual Governo e nesta legislatura é preciso que o PSD esteja à altura das suas responsabilidades”, disse José Pedro Aguiar Branco, em Leiria, onde participou na cerimónia de tomada de posse dos novos membros da Comissão Política Distrital do PSD.

Questionado pelos jornalistas se estava com vontade de avançar para a corrida à liderança do PSD, o dirigente respondeu que não antecipa “essas questões antes do momento que foi acordado para o fazer”.

“Portanto, não pode resultar das minhas palavras nem vontade, nem sem vontade, nada que seja antecipar essa discussão”, frisou, acrescentando: “Não vamos antecipar a discussão para um momento que não é o adequado”.

Aos militantes do PSD, o presidente do Grupo Parlamentar do partido destacou que a unidade é “um pressuposto de êxito para qualquer projecto, nomeadamente, um projecto político”, considerando que o partido “muitas vezes tem estado acantonado” , não lhe permitido “ter a capacidade de ganhar”.

“Devo dizer que eu recuso uma visão tribal do PSD”, acrescentou, sustentando que se esse for o caminho, o partido é “uma mera soma de partes desconexas e não um todo com um fio condutor”.

Aguiar Branco considerou que o partido “estatizou-se” ao longo dos anos, pelo que está na hora de “recuperar a matriz da intervenção inicial, a dimensão personalista”, de uma força política que “pensa nos outros, no fundamental para a comunidade, para o serviço público, que honra o exercício da actividade política e não (a utiliza) para as suas satisfações pessoais”.

O social-democrata defendeu ainda a necessidade de “acabar com a promiscuidade entre o que é público e o que é privado”, que considerou “uma chaga em Portugal”, que tem feito a descredibilização da classe política e provocado “o afastamento dos eleitores dos eleitos”, referindo que esse trabalho está nas mãos de todos os militantes.

O líder da bancada acrescentou que “não é fácil estar a exercer a actividade de direcção parlamentar numa situação em que diariamente nos colocam questões sobre a vida interna do PSD”, mas garantiu que o grupo parlamentar vai continuar a ser “um referencial de estabilidade, de coesão e de unidade”.

“A oposição não tem pausas”, afiançou, lembrando que os deputados devem respeito “às mais de um milhão e 700 mil pessoas que votaram no PSD”, pelo que seria uma falta de respeito e uma traição aos eleitores que viram o partido “como alternativa ao PS” que tal não acontecesse no local que “hoje é nuclear na afirmação da oposição, que é a Assembleia da República”.

Estatísticas

  • 4 leitores
  • 37 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1419706

Comentário + votado

QUEREMOS O RESPEITO PELA CONSCIÊNCIA NACIONAL.

A FACE MAIS OCULTA E A CULTURA DE JUSTIÇA SOCIAL. Todas as opiniões são ...

Nome

27.01.2010 13:02

X

Mais em Política (5 de 19 artigos)

Ilda Pulga, que morreu em 1993 com 101 anos, foi a inspiradora do busto Descendente de "musa" inspiradora do busto da República imagina que seria "mulher atrevida"