As autoridades egípcias acreditam que os 11 turistas europeus e os oito cidadãos nacionais sequestrados no Sul do país terão sido levados para o Sudão.
“Segundo as informações de que dispomos, o grupo encontra-se em território sudanês, mas desconhecemos exactamente onde”, afirmou Zuheir Garrana, ministro do Turismo egípcio.
Apesar de garantir que “o Governo não negoceia” com sequestradores, Garrana revelou que foram já estabelecidos contactos com o grupo, que terá pedido um resgate pela libertação dos 19 reféns.
A agência notícias egípcia Mena adianta que o grupo sequestrado junto à fronteira com o Sudão incluía cinco turistas italianos, cinco alemães e um romeno, dois guias, quatro motoristas, o organizador do safari e um guarda-fronteiriço, todos egípcios.
O ministro adiantou que os serviços de segurança “estão a tentar localizar os reféns” e que os contactos iniciados com os sequestradores forem feitos através da mulher do proprietário da agência de viagens que organizava o safari.
O sequestro ocorreu em Karkh Talh, uma zona desértica nos confins do Egipto, a mais de mil quilómetros do Cairo, uma zona pouco frequentada por turistas.



