Três alemães, um dos quais funcionário das Nações Unidas, foram sequestrados ontem na província de Al-Bayda, no Iémen, e levados para uma região montanhosa a 60 quilómetros de Sanaa, revelaram hoje fontes dos serviços de segurança.
Os sequestrados “foram levados para a região de Bani Dhabyan, uma zona montanhosa de difícil acesso”, disse uma fonte em anonimato, sem precisar a identidade dos sequestradores. O Ministério alemão dos Negócios Estrangeiros já confirmou o sequestro. Jens Plötner, porta-voz do ministério, comentou que ir ao Iémen, "um país muito complexo" e dotado de "estruturas tribais", acarreta riscos.
A agência Reuters avança que os responsáveis pelo sequestro pertencem a uma tribo do Iémen que assim pretende pressionar o fim a uma disputa de terras com outra tribo.
O Governo já está em contacto com a tribo para garantir a libertação dos reféns, disse fonte citada pela Reuters.
A funcionária das Nações Unidas e os seus pais que a tinham ido visitar faziam uma viagem aos arredores da capital Sanaa quando foram surpreendidos por homens armados.



