• Petiscos com frango, das moelas à batata doce
  • Energia de bicicletas para o DJ tocar
  • Primeira esplanada Time Out do mundo abre na Avenida da Liberdade

Guerra começou em 1999

Rússia pôs fim a dez anos da “operação antiterrorismo” na Tchetchénia

16.04.2009 - 09:15 Por Agências

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
A segunda guerra da Tchetchénia começou em Outubro de 1999 A segunda guerra da Tchetchénia começou em Outubro de 1999 (Gleb Garanich/Reuters)
A Rússia terminou hoje a “operação antiterrorista” lançada em Outubro de 1999 na república caucasiana da Tchetchénia, anunciou o Comité Nacional Antiterrorista, citado pelas agências de notícias de Moscovo. O anúncio era esperado – o Presidente russo, Dmitri Medvedev, tinha dado ordens para pôr fim às operações – e a medida entrou em vigor à meia-noite.

A Tchetchénia deixou de ser “uma zona de operação antiterrorista”, diz um comunicado do Comité Antiterrorista. “Esta decisão visa criar condições para normalizar a situação da região, restaurar e desenvolver as suas infra-estruturas sociais e económicas”, explica-se ainda no comunicado sobre a situação nesta república, integrante da Federação Russa.

Moscovo lançou as operações a que sempre recusou chamar guerra depois de um ataque de independentistas tchetchenos contra outra república do Cáucaso russo, o Daguestão, numa altura em foram também lançados vários ataques contra edifícios na Rússia. Os grandes combates terminaram em 2002, mas a guerrilha pró-tchetchena continuou a atacar militares e polícias na república e nas repúblicas vizinhas da Ingúchia e do Daguestão.

Na Tchechténia, para onde Moscovo enviou tropas depois de uma breve independência, conquistada numa guerra anterior com os russos, o fim da guerra significa o fim dos recolheres obrigatórios, dos bloqueios de estrada, das buscas frequentes a casas e das detenções com regras facilitadas.


Estatísticas

  • 9 leitores
  • 5 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1374617

Comentário + votado

C

JN, o exército está lá não por vontade própria, mas antes por decisão política do governo português ...

Anónimo

16.04.2009 18:51

X

Mais em Mundo (6 de 22 artigos)

Em Guantánamo chegaram a estar perto de 800 presos, mas poucos foram julgados ou acusados Procuradoria de Madrid não apoia processo contra assessores de Bush por causa de Guantánamo