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Sullenberger recebeu chaves de Nova Iorque

Piloto herói do rio Hudson reencontra passageiros em dois programas de televisão

09.02.2009 - 20:30

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Chesley Sullenberger III Chesley Sullenberger III (ROBERT GALBRAITH/Reuters)
O capitão Chesley Sully Sullenberger III e toda tripulação do Airbus A320 tiveram ontem manhã agitada. Participaram em dois programas matinais da televisão, onde se reencontraram com alguns dos passageiros do voo que aterrou no rio Hudson, graças à perícia do piloto, e viram-no receber as chaves da cidade de Nova Iorque.

O capitão Chesley Sullenberger III e toda tripulação do Airbus A320 tiveram ontem manhã agitada. Participaram em dois programas matinais da televisão, onde se reencontraram com alguns dos passageiros do voo que aterrou no rio Hudson, graças à perícia do piloto, e viram-no receber as chaves da cidade de Nova Iorque.

O sol ainda não tinha nascido e o piloto e a sua equipa já estavam os estúdios de televisão da CBS para gravar o programa The Early Show, onde foram homenageados por alguns dos passageiros.Diane Higgins, de 58 anos e a sua mãe Lucille Palmer, de 85, vivem em Goshen no norte do estado de Nova Iorque. Acordaram às três da madrugada e alugaram um carro que as levasse até Nova Iorque para assistirem ao programa. “Eu sobrevivi ao milagre do Hudson” disse Lucille. “Você é o meu herói e Deus foi o seu co-piloto” disse Diane a Sullenberger. “Não, o Jeff é que foi o meu co-piloto” respondeu o capitão, referindo-se a Jeff Skilles, que estava no cockpit quando o voo 1549 amarou no Hudson a 15 de Janeiro, numa aterragem de sucesso que salvou a vida de 115 pessoas.

Pelas 6h30, a tripulação do Airbus dirigiu-se para Broadway para gravar o Good Morning América. Sullenberger, explicou que só avisou os passageiros para porem os cintos 90 segundos antes da aterragem, enquanto ouvia os comissários de bordo a entoar as medidas de emergência. “Estava muito confiante, e sabia que, assim que aterrássemos, a tripulação ia evacuar os passageiros e as operações de salvação começariam de imediato.”

Terminado o programa, o capitão e a sua tripulação dirigiram-se até à câmara de Nova Iorque, onde foram recebidos noutra cerimónia de consagração e reconhecimento.

“Obrigado por ter poupado a nossa cidade e tantas famílias de uma terrível tragédia” disse o mayor Michael Bloomberg, enquanto entregava as chaves da cidade de Nova Iorque ao piloto. “Podia ter sido uma das nossas maiores tragédias, mas tornou-se uma das mais triunfantes” disse Bloomberg.

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ORA, ORA...

Concordo com o Bruno do Porto. Os americanos são um bocado exagerados. Aqui no Brasil usam falcões ...

Emigrante

10.02.2009 09:46