O Papa Bento XVI tentou pôr um ponto final na polémica sobre o negacionismo do Holocausto, afirmando que “qualquer negação ou minimização deste terrível crime é intolerável”, e mais ainda se for feita por um religioso.
O Papa fez esta afirmação hoje no seu primeiro encontro com judeus desde a controvérsia sobre o bispo integrista Richard Williamson, que começou em Janeiro.
Williamson defende que não houve câmaras de gás nos campos nazis e nega a completa extensão da Shoah.
O Papa disse agora a líderes judeus: “O ódio e desdém por homens, mulheres e crianças que foi manifestado durante a Shoah foi um crime contra a humanidade. Isso deveria ser claro para todos, especialmente para os que abraçam as tradições das Escrituras Sagradas”.
O Papa confirmou ainda que planeia visitar Israel, uma viagem que, dizem fontes do Vaticano, deverá realizar-se em Maio.


