Uma palestiniana morreu quando tentava detonar os explosivos que transportava junto a uma patrulha militar perto do campo de refugiados de Jabalya, no Norte da Faixa de Gaza. A autoria da acção já foi reivindicada pelo braço armado do Hamas.
Segundo uma porta-voz militar israelita, os soldados detectaram a aproximação suspeita da mulher e lançaram uma granada de atordoamento na sua direcção.
A bomba que a mulher transportava acabou por ser detonada, provocando a sua morte imediata, não sendo claro se foi ela quem a accionou ou se a explosão foi provocada pelo engenho lançado pelos militares.
Três soldados que se encontravam no local ficaram feridos, sem gravidade.
Pouco depois, as Brigadas Izzdin al-Qassam, o braço armado do Hamas, emitiram um comunicado a reivindicar a responsabilidade pelo ataque. A milícia identifica a bombista-suicida como sendo Fatima al-Nejar, uma palestiniana de 57 anos residente na zona.
O atentado ocorreu um dia depois de o Governo israelita ter decidido intensificar as operações militares na Faixa de Gaza, numa nova tentativa para pôr fim ao lançamento de "rockets" contra o Sul do país.
Esta manhã, seis palestinianos, incluindo dois civis, foram mortos em operações no Norte da Faixa de Gaza. As outras quatro vítimas eram milicianos do Hamas.



