Milhares de pessoas festejam morte de Bin Laden em Washington e Nova Iorque

02.05.2011 - 07:55 Por PÚBLICO
Mal o Presidente dos Estados Unidos anunciou esta madrugada que Osama bin Laden tinha sido morto no Paquistão, milhares de pessoas saíram às ruas para celebrar a notícia. Centenas de pessoas estão concentradas junto à Casa Branca e também na zona onde antes existiam as Torres Gémeas, alvo de um atentado em 11 de Setembro de 2001.
Barack Obama anunciou esta madrugada a morte de Osama bin Laden, o mentor dos atentados em Nova Iorque. A morte, avançou Obama, aconteceu na sequência de uma acção militar dos Estados Unidos em Islamabad, no Paquistão. “O corpo de Bin Laden está na posse dos Estados Unidos”, afirmou o Presidente norte-americano.
“Há quase 10 anos, sofremos o pior ataque de nossa história. Um dia que nunca sairá de nossa memória. Hoje, para as famílias que perderam alguém na guerra ao terror, podemos dizer que a justiça foi feita”, acrescentou Obama.
O homem mais procurado da última década pelos EUA foi morto por forças especiais norte-americanas, juntamente com alguns membros da sua família, numa mansão perto de Islamabad, a capital do Paquistão. Não foram registadas quaisquer baixas entre civis ou entre militares norte-americanos.
A zona da Casa Branca, em Washington, e a área onde ocorreram os ataques de 11 de Setembro encheram-se prontamente de pessoas, sobretudo jovens, relata a agência noticiosa Reuters. “Foi feita justiça”, “apanhámo-lo” são algumas das palavras que se misturam com muita celebração e bandeiras. Ainda assim, no resto do país poucos foram os ecos da notícia avançada já ao final da noite naquele país, e de madrugada em Portugal.
No entanto, algumas das pessoas ouvidas pela Reuters, apesar de se congratularem com o feito, demonstram também alguma apreensão com as possíveis repercussões que esta notícia poderá ter junto da Al-Qaeda, temendo novos atentados terroristas. Uma apreensão que foi ultrapassada com o entoar de cânticos que diziam “God Bless America” e até com a abertura de garrafas de champanhe.
Notícia em actualização


