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Comunidade tem de estar acima do “cheiro a petróleo”

Manuel Alegre repudia eventual entrada da Guiné Equatorial para a CPLP

10.07.2010 - 14:57 Por Lusa

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O candidato presidencial defende que a Guiné Equatorial é uma petro-ditadura O candidato presidencial defende que a Guiné Equatorial é uma petro-ditadura (Rui Gaudêncio (arquivo))
O candidato presidencial Manuel Alegre repudiou hoje uma eventual entrada da Guiné Equatorial para a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), frisando que esta organização tem de estar acima dos “negócios” e do “cheiro a petróleo”.

O presidente Teodoro Obiang, há três décadas à frente da Guiné Equatorial, tem vindo nas últimas semanas a desenvolver esforços diplomáticos para que este mês o seu país entre em pleno na CPLP, cuja VIII conferência de chefes de Estado e de Governo se realiza em Luanda no próximo dia 23.

Manuel Alegre afirmou que “não tem qualquer sentido a entrada da Guiné Equatorial na CPLP”.

“Em primeiro lugar, a Guiné Equatorial não é um país de língua portuguesa. Em segundo lugar, é uma petro-ditadura”, acentuou o candidato presidencial.

Manuel Alegre interrogou-se ainda sobre “que motivos ou argumentos podem existir” para justificar uma eventual adesão da Guiné Equatorial à CPLP.

“Os princípios e os valores da democracia e da CPLP têm de estar acima dos negócios e do cheiro do petróleo”, concluiu o candidato presidencial.

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Comentário + votado

poeta pateta

esse eterno candidato pensa que a real politik passe pelo seu lado? Ora que o mundo da Lingua ...

Anónimo

11.07.2010 18:55

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