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Quarenta ministros do Ambiente reúnem-se de emergência em Copenhaga

Líderes da Ásia Pacífico recuam nas intenções de reduzir emissões de gases com efeito de estufa

15.11.2009 - 16:59

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Os líderes da Ásia-Pacífico apenas garantiram que irão cortar "substancialmente" as suas emissões Os líderes da Ásia-Pacífico apenas garantiram que irão cortar "substancialmente" as suas emissões (Jim Young/REUTERS)
Os líderes dos países da Ásia e do Pacífico recuaram no objectivo de reduzir a metade as emissões de gases com efeito de estufa até 2050. Em vez disso, preferem limitar-se a dizer que irão cortar "substancialmente" as emissões. Segunda-feira, 40 ministros do Ambiente vão encontrar-se em Copenhaga para tentar salvar a conferência climática da ONU marcada para Dezembro na capital dinamarquesa, com o objectivo de negociar um sucessor para o protocolo de Quioto.

Os 40 ministros, que incluem os da China e dos Estados Unidos, os dois países que mais emitem gases com efeito de estufa para a atmosfera, estarão reunidos durante dois dias, num hotel, para tentar sair do impasse que ameaça fazer redundar a conferência num fracasso.

As perspectivas tornaram-se especialmente negras depois dos resultados da reunião da organização de Cooperação Económica Ásia-Pacífico (APEC). Os 19 líderes disseram esta madrugada ser muito improvável que se alcance um pacto climático duro e vinculativo na conferência marcada para 7 a 18 de Dezembro, em que se negociará um sucessor do protocolo de Quioto para a redução das emissões de gases com efeito de estufa, que termina em 2012.

O Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deu o seu apoio ao chamado Plano B da diplomacia dinamarquesa, um plano em duas fases, destinado a impedir um fracaso total da conferência de Copenhaga: a ideia é que em Dezembro se procurem apenas compromissos de princípio, deixando os acordos vinculativos para mais tarde, e dando mais tempo para os países se entenderam quanto aos necessários cortes nas emissões de gases com efeitos de estufa e quanto às compensações económicas feitas aos países mais pobres. E dando também tempo aos Estados Unidos para aprovar legislação nesse sentido.

Como sublinha a Reuters, ainda que o debate no seio da APEC não faça parte das negociações promovidas pelas Nações Unidas, o entendimento a que os 21 países da organização chegarem é crucial, uma vez que são responsáveis por 60 por cento desse tipo de poluição. A reunião de Singapura foi o último grande encontro internacional antes da cimeira de Copenhaga.

A Coreia do Sul deu um passo importante, ao aceitar diminuir até 2020 as suas emissões para níveis quatro por cento inferiores aos de 2005, noticiou também a Reuters. Os EUA e o Japão concordaram em baixar as suas emissões em 80 por cento até 2050, mas não houve referência ao momento que deve servir como termo de comparação.

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MUITA CONFUSÃO

Passa-se a mensagem de k é preciso agir contra as alterações do clima e reduzir as ...

Anónimo

15.11.2009 19:33

X

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