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Pessimismo impera

Kouchner na Colômbia para etapa mais difícil das negociações de libertação de Ingrid Betancourt

28.04.2008 - 18:32 Por AFP

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Um acordo para a libertações de reféns, entre eles Ingrid Betancourt, parece estar longe de ser alcançado Um acordo para a libertações de reféns, entre eles Ingrid Betancourt, parece estar longe de ser alcançado (Phillipe Wojazer/Reuters)
O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Bernard Kouchner está em périplo pela América do Sul para conseguir negociar a libertação de reféns das FARC, entre eles da franco-colombiana Ingrid Betancourt. Os encontros iniciaram-se hoje em Bogotá.

O primeiro encontro de Kouchner com um representante colombiano era com o seu homólogo Fernando Araújo. E ao fim do dia o ministro francês ia ser recebido pelo Presidente Álvaro Uribe.

“Não esperem surpresas. Não haverá espaço para surpresas”, disse , pessimista, um representante da presidência colombiana, que pediu, em declarações à AFP, o anonimato. “O Presidente Uribe é muito firme nas suas posições e o regresso à mediação do Presidente venezuelano Hugo Chávez está totalmente exluida”.

Uribe nomeou um alto-comissário para a paz, Luís Carlos Restrepo e avançou já que a única mediação aceite é a da igreja e dos delegados europeus.

Por seu lado As FARC já fizeram notar que está excluída qualquer negociação com a igreja, que considera imparcial, e que não dialogará com representantes europeus, que acusam de estarem por trás da morte do número dois da guerrilha, Raul Reyes, no passado dia 1 de Março.

Jaime Zuluaga, professor da Universidade Nacional de Bogotá e porta-voz da ONG Sociedade para a Paz, acha que “o ambiente actual não é favorável ao avanço de um acordo humanitário”, que possibilitaria a troca de reféns, entre eles Ingrid Betancourt, por 500 guerrilheiros detidos. “Não podemos esquecer que estamos perante um braço-de-ferro entre as FARC e o Governo. Perante isto a situação dos reféns é secundária”.

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Senhora Colombana

Senhora Colombiana vou responder-lhe porque exigi provas. Há cerca de três anos foi publicado numa ...

Cunha

30.04.2008 21:17

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