O chefe de Governo italiano, Romano Prodi, condenou “com indignação (...) o fanatismo” que levou à morte, hoje, da ex-primeira-ministra paquistanesa Benazir Bhutto, apelando a que “não interrompa o difícil caminho para a paz”.
O Vaticano também já condenou o "trágico e terrível" atentado. "Este atentado mostra a que ponto é extremamente difícil pacificar uma nação também afectada pela violência", disse o padre Frederico Lombardi, porta-voz do Vaticano, citado pela agência Ansa.
Sublinhando que com o ataque "a paz afasta-se", Frederico Lombardio declarou que o Vaticano "partilha da dor do povo paquistanês".
Benazir Bhutto, actual líder do Partido do Povo Paquistanês (oposição), morreu hoje num ataque à bomba, durante um comício político na cidade de Rawalpindi. Pelo menos outras 16 pessoas morreram no ataque.
Bhutto, de 54 anos, não resistiu aos ferimentos e acabou por morrer no hospital de Rawalpindi.


