O enviado especial das Nações Unidas na Birmânia, Ibrahim Gambari, admitiu hoje que poderá regressar àquele país em Novembro. Segundo o diplomata, há um consenso no Conselho de Segurança para considerar “inaceitável” o status quo da Birmânia.
“Todos os membros do Conselho de Segurança apoiaram a missão de mediação e os meus esforços”, salientou Gambari que hoje informou o Conselho de Segurança dos resultados da sua viagem de quatro dias à Birmânia.
Os membros do Conselho afirmaram, por unanimidade, que é “impossível regressar à situação anterior. Existem questões sócio-económicas e políticas que devem ser tratadas”, precisou Gambari.
O diplomata salientou ainda o papel “essencial” dos países da Asean (Associação dos Países do Sudeste Asiático), bem como das potências regionais, como a China, Japão e Índia.



