• Dead Combo e skates na passerelle
  • Lady Gaga, o "monstro em Jakarta"
  • Petiscos com frango, das moelas à batata doce

Irá analisar o seu pedido de adesão "no devido momento"

FMI reconhece independência do Kosovo

16.07.2008 - 11:12 Por Lusa, PÚBLICO

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
O apoio do FMI é o primeiro recebido pelo Kosovo por parte de uma instituição multilateral O apoio do FMI é o primeiro recebido pelo Kosovo por parte de uma instituição multilateral (Danilo Krstanovic/Reuters)
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reconheceu a independência do Kosovo e adiantou que irá analisar o seu pedido de adesão "no devido momento".

Em comunicado, divulgado ontem, ao final do dia, o FMI precisa que recebeu o pedido de adesão do Kosovo na passada quinta-feira.

O Kosovo declarou a sua independência em relação à Sérvia no dia 17 de Fevereiro, e desde então já foi reconhecido por 43 países, na sua maioria ocidentais. A Sérvia e a Rússia não reconhecem a independência da nação.

No comunicado, o FMI salienta que, apesar da declaração de independência do Kosovo, a Sérvia "continua como membro do FMI e conserva a sua quota, activos e obrigações para com a instituição".

O apoio do FMI é o primeiro recebido pelo Kosovo por parte de uma instituição multilateral.

Um dos maiores problemas que o Kosovo tem de solucionar é o elevado índice de desemprego (segundo os dados oficiais, 57,1 por cento, mas algumas fontes elevam-no para 70/75 por cento). Metade da população kosovar tem menos de 24 anos, a mais jovem da Europa, mas a emigração desta faixa etária tem disparado – o que, tendo a vantagem de libertar o país de um excesso populacional (a taxa de natalidade é das mais elevadas da Europa), também o esvazia de competências.

A diáspora kosovar conta actualmente com 550 mil pessoas, três quartos das quais vivem na Alemanha, Suíça e Sérvia, essencialmente a trabalharem na construção civil e nos serviços.

A média salarial é de 200 euros (o Kosovo e o Montenegro, apesar de serem territórios que não integram a União Europeia, usam a moeda única), enquanto o custo de vida ronda os 350 mensais.

Feitas as contas, 15 por cento da população vive em situação de extrema pobreza. A circulação de euros tem alguns benefícios (nomeadamente os relacionados com a concessão de empréstimos), mas também aumentou o custo de vida.

Estatísticas

  • 8 leitores
  • 15 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1335601

Comentário + votado

Direito de resposta.

O Direito Internacional vale o que vale (vê-se pela invasão do Iraque), mas o que sei é que a ...

Raul Pinto

17.07.2008 09:45

X

Mais em Mundo (4 de 8 artigos)

Khamenei afirmou ainda que uma acção militar contra o Irão não será deixada sem resposta Irão não aceitará nenhuma “ameaça” por parte dos negociadores, diz Khamenei