• |
  • Iphone
  • |
  • Mobile
  • |
  • RSS
  • |
  • Twitter
  • |
  • Facebook
  • Siga-nos em:
  • "Um suicídio no trabalho é uma mensagem brutal"
  • Google transforma Gmail para competir com Facebook e Twitter
  • A cidade que morre quando o sol se põe

Sondagem indica que 11 de Março foi determinante nas legislativas de 2004

Espanhóis continuam a preferir Zapatero após um ano de governo

13.03.2005 - 13:38 Por AFP

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
O chefe do governo socialista espanhol, José Luís Rodriguez Zapatero, continua a ser o político preferido dos espanhóis, um ano após a sua vitória nas legislativas de 14 de Março de 2004, segundo uma sondagem publicada hoje pelo jornal "El Mundo".
Zapatero continua a ser o político mais popular Zapatero continua a ser o político mais popular (Pedro Menendez/EPA)

Se hoje fossem realizadas novas eleições, os socialistas espanhóis consolidariam mesmo o seu domínio, obtendo 43,7 por cento dos votos (42,6 por cento em Março de 2004) face ao Partido Popular, creditado com 38 por cento das intenções de voto (37,6 por cento em 2004), de acordo com esta sondagem do Instituto Sigma Costas.

Zapatero, que começou a exercer as suas funções em Abril de 2004, goza da melhor quota de popularidade, com uma nota de 5,82/10, contra 5,09/10 para o chefe da oposição conservadora, Mariano Rajoy, o seu adversário derrotado nas legislativas de 2004.

Um ano após estas eleições, 72,3 por cento dos inquiridos consideram que os atentados islamistas de 11 de Março 2004 (191 mortos) em Madrid desempenharam um "papel decisivo" na hora de depositar os votos nas urnas. Para 69,10 deles, a direita teria obtido uma maioria simples (47,9 por cento) ou absoluta (21,2 por cento) se os atentados não se tivessem produzido.

Os espanhóis teriam votado de uma forma maciça um novo governo de José Maria Aznar se este não se tivesse obstinado em atribuir o massacre à organização separatista basca armada ETA, temendo os efeitos eleitorais da pista islamista ligada ao seu alinhamento com os Estados Unidos no Iraque.

Para além das circunstâncias específicas desta eleição, o inquérito revela que a maioria de espanhóis considera "positivas" as reformas sociais e as decisões políticas do governo Zapatero.

A retirada do contingente espanhol do Iraque, a sua primeira decisão política, é aprovada por 69,3 por cento dos inquiridos.

Os espanhóis encaram positivamente a lei que facilita o divórcio (70,4 por cento), o casamento entre homossexuais (56,8 por cento), a regularização de várias centenas de milhares de imigrantes clandestinos (56,9 por cento) e a lei que pune a violência contra as mulheres (85,7 por cento).

Em contrapartida, confiam mais na direita para a gestão económica do país e para a luta contra o terrorismo, de acordo com esta sondagem efectuada de 8 a 10 deste mês, comportando uma margem de erro de 3,53 por cento.

  • 0 leitores
  • 0 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1218046

Comentário + votado

Comentar Critérios para publicação de comentários dos leitores

Restam 1200 caracteres

Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados.

Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.