As urnas encerraram no território brasileiro, depois de um dia de votação calma, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), numa corrida em que a candidata de Lula é a favorita.
“O dia decorreu com absoluta calma e normalidade”, considerou o TSE, segundo o portal Terra Brasil. Foram substituídas 868 das 400 mil urnas electrónicas, ou seja, apenas 0,17 por cento do total.
Quanto a incidentes, quando faltava cerca de uma hora para o fecho das últimas urnas nos estados do Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima, tinham sido detidas 77 pessoas e tinham sido registadas 149 irregularidades eleitorais, num universo de 135,8 milhões de eleitores. O número de incidentes foi menor do que a primeira volta, porque havia menos candidatos, explicaram as autoridades.
Dilma promete diálogo, Serra quer alternância
Os candidatos, Dilma Rousseff e José Serra, fizeram breves declarações à imprensa depois de terem votado. Dilma, a favorita, afirmou que se for eleita irá procurar diálogo com todos os sectores. A candidata do Presidente Lula da Silva votou em Porto Alegre, onde disse que este domingo vai começar “uma nova fase da democracia”. A candidata prometeu ainda que se eleita irá “conversar com todos”, embora vá governar com os aliados, com “a coligação que me trouxe até aqui”.
Já José Serra, que votou na zona oeste de São Paulo, afirmou que gostaria de ver uma vitória do seu Partido da Social-Democracia Brasileira (PSDB), agora na oposição, dizendo que “a alternância no poder faria muito bem ao Brasil”. Ainda assim, Serra reconheceu ter travado uma “batalha desigual”.
Antes de votar, o antigo Presidente Fernando Henrique Cardoso acusou Lula de ter sido intolerante e agressivo.



