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Ataques fizeram um total de pelo menos 500 mortos

Em pouco mais de uma semana morreram 87 crianças em Gaza

04.01.2009 - 16:22 Por AFP

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Um quinto das vítimas são crianças Um quinto das vítimas são crianças (Suhaib Salem/Reuters)
Pelo menos 500 palestinianos foram mortos e 2450 ficaram feridos desde o lançamento da ofensiva israelita na Faixa de Gaza, a 27 de Dezembro, revelaram hoje os serviços de urgência palestinianos. Oitenta e sete, quase um quinto, são crianças.

“O número de mortos pode ser muito mais elevado porque há um certo número de mortos e de feridos nas ruas que ainda não conseguimos resgatar”, informou o médico Mouawiya Hassanien.

Hoje, um dia depois do lançamento de uma ofensiva terrestre de envergadura após uma semana de bombardeamentos aéreos, pelo menos 47 palestinianos morreram vítimas de ataques israelitas. Vinte e dois são civis, segundo Hassanein. Mais de 200 pessoas ficaram feridas.

Entre os 47 mortos, 22 faleceram perto de Jabalya e Beit Lahiya, ambas as localidades no Norte da Faixa de Gaza, cinco na cidade de Gaza, dois perto de Khan Younis e quatro em Rafah, no Sul, segundo fontes médicas.

O último raide aéreo no sector fez cinco mortos em frente a uma mesquita de Beit Lahiya, informaram essas fontes. Pouco depois, um ataque aéreo no campo de Chatti, na cidade de Gaza, fez um morto e mais de dez feridos.

Um dos raides israelitas em Khan Younis visou um dos principais chefes do braço armado do Hamas, Jihad Hamdan, que ficou gravemente ferido.

Ao início da tarde, cinco palestinianos da mesma família - entre eles uma rapariga de 14 anos - foram mortos quando a sua viatura foi atingida por um obus disparado por um dos tanques israelitas que estão estacionados no antigo colonato de Netzarim, três quilómetros a Sul da cidade de Gaza.

Um primeiro balanço oficial israelita dá conta de um soldado morto e 30 feridos durante a ofensiva terrestre na Faixa de Gaza. Desde 27 de Dezembro já morreram quatro israelitas, três civis e um soldado.

Fora da Faixa de Gaza, um palestiniano foi morto pelo Exército israelita em Qalqilya, no Norte da Cisjordânia, quando se manifestava contra a ofensiva em Gaza, segundo fontes médicas palestinianas.

Sexta-feira, o Programa Alimentar Mundial denunciou uma situação alimentar "terrível" na Faixa de Gaza, um território exíguo de 362 quilómetros quadrados, onde vivem 1,5 milhões de pessoas.

Notícia actualizada às 16h45

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e

Israel é muito pior que o Hamas. O Hamas com os seus foguetes caseiros matou 17 israelitas. E quem ...

Anónimo

06.01.2009 03:08

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