• Explorar Berlim sem agenda
  • A nova padaria francesa da baixa lisboeta
  • A cozinha coreana chegou de carrinha a Lisboa

Presidenciais no Afeganistão

Comissão eleitoral afegã decidiu que não haverá segunda volta

02.11.2009 - 10:04 Por PÚBLICO

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
Abdullah desistiu, considerando que na segunda volta a fraude seria tanta ou mais do que Agosto Abdullah desistiu, considerando que na segunda volta a fraude seria tanta ou mais do que Agosto (Ahmad Masood/Reuters)
Um dia depois de Abdullah Abdullah ter anunciado que não vai participar na segunda volta das eleições afegãs, marcada para o próximo sábado, a comissão eleitoral decidiu hoje que os afegãos não devem voltar às urnas. Hamid Karzai foi, assim, declarado vencedor e assumirá um segundo mandato.

Face à retirada de um dos dois candidatos, uma situação que não está prevista na Constituição, cabia à comissão decidir se fazia sentido organizar a eleição, com todos os riscos de segurança envolvidos e as ameaças dos taliban. "Não há segunda volta", disse à Reuters o responsável da comissão, Daoud Ali Najafi.

A primeira volta, no dia 20 de Agosto, ficou marcada por numerosos incidentes de violência, fraca participação e fraude generalizada.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, está hoje em Cabul para se encontrar com o Presidente, Hamid Karzai, e com Abdullah Abdullah.

Depois das fraudes massivas que foram detectadas na primeira volta, Abdullah exigiu o afastamento do máximo responsável da comissão eleitoral, assim como a suspensão de três ministros que fizeram campanha por Karzai. Como nenhuma das exigências foi satisfeita, o antigo ministro dos Negócios Estrangeiros concluiu que “a segunda volta seria ainda pior do que a primeira”.

Notícia actualizada às 12h22


Estatísticas

  • 705 leitores
  • 27 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1407870

Comentário + votado

Exemplo

Se utilizarmos a situação do Afeganistão e o comportamento de Hamid Karzai como ...

Rui Almeida

02.11.2009 16:01

X

Mais em Mundo (6 de 12 artigos)

Dhlakama já falara de "incendiar e tomar o país pela força" Quadros da Renamo ameaçam recorrer à força