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Coreia do Norte

Clinton quer que Pyongyang acabe com a guerra de palavras

20.02.2009 - 09:43 Por Agências

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Hillary Clinton com o presidente sul-coreano, Lee Myung-bak Hillary Clinton com o presidente sul-coreano, Lee Myung-bak  (JO YONG-HAK/Reuters)
Se a Coreia do Norte mantiver os seus insultos contra Seul, as relações com os Estados Unidos não avançarão. A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, afirmou hoje, na capital sul-coreana, que Pyongyang tem de acabar com as provocações e regressar à mesa das negociações nucleares.

A Administração Obama está disposta a oferecer relações diplomáticas, auxílio em grande escala e um tratado de paz se Pyongyang – que Clinton classificou como uma “tirania” – desistir do seu programa de armas atómicas, repetiu a chefe da diplomacia norte-americana. O programa nuclear da Coreia do Norte é um dos maiores riscos à segurança do Norte asiático e às suas importantes economias, afirmou.

“A questão mais urgente é continuar o desmantelamento das instalações nucleares e conseguir um acordo para uma verificação total e completa para acabar com o programa nuclear”, disse Clinton numa conferência de imprensa com o seu homólogo Yu Myung-hwan, na terceira paragem da sua ronda asiática.

A secretária de Estado de Barack Obama também deixou claro que Pyongyang tem de acabar com a sua retórica cada vez mais enfurecida, que incluiu a ameaça de guerra com o vizinho sul-coreano e as acusações de que os EUA estariam a preparar um ataque contra o país.

“A Coreia do Norte não vai conseguir uma relação diferente com os EUA enquanto insultar e se recusar a dialogar” com Seul, afirmou. “Apelamos à Coreia do Norte para que acabe com esta guerra de palavras”, cita a AFP.

As ameaças norte-coreanas incluíram o aviso, na segunda-feira, de que se estava a preparar o teste a um míssil, no quadro do seu programa espacial. A realizar-se, seria uma desrespeito à resolução 1718 da ONU, segundo a qual a Coreia do Norte “deve abster-se de qualquer novo ensaio nuclear ou disparo míssil balístico”, lembrou Hillary Clinton.

A governante anunciou ainda a escolha de Stephen Bosworth, antigo embaixador norte-americano em Seul, para ser o seu enviado às negociações a seis (que incluem as duas Coreias, EUA, Japão, China e Rússia) e o representante para a Coreia do Norte. Bosworth substitui assim o diplomata Christopher Hill.

Clinton chega hoje a Pequim – o mais próximo que Pyongyang tem de um aliado – onde a questão nuclear norte-coreana voltará a estar em cima da mesa.

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URSS....

Que estranho faltam os comentários dos lacaios,manipuladores,contadores de histórias,defensores ...

Emídio Cardoso

20.02.2009 19:24

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