• Um país desigual na factura da água
  • É possível convencer uma cidade a andar de bicicleta?
  • Kiev, a porta de entrada da Ucrânia

Combate entre polícia e grupo de protestantes resulta num incêndio

Cinco mortos em incêndio na Coreia do Sul

20.01.2009 - 11:39 Por Reuters, PUBLICO.PT

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
O incêndio no topo deste prédio em Seul originou cinco mortos O incêndio no topo deste prédio em Seul originou cinco mortos (Lee Jae Won/Reuters)
Cinco pessoas morreram num incêndio em Seul, que deflagrou depois de uma luta entre a polícia e um grupo de manifestantes.

O incidente aconteceu hoje quando os residentes de um edifício, que estava destinado a demolição, ocuparam o tecto desse mesmo prédio. A polícia estava a tentar chegar ao telhado quando o incêndio começou.

De acordo com o chefe da polícia local, Baek Dong-San, pode haver um polícia entre os cinco mortos, e um agente está desaparecido. Outras vinte pessoas, entre polícias e manifestantes, ficaram feridas.

“Os polícias dispararam canhões de água em direcção ao telhado do edifício de onde os manifestantes lançavam "cocktails" Molotov para resistir a uma possível ofensiva policial”, disse uma das testemunhas à Reuters.

Outra testemunha afirmou que a polícia fez uma investida "como se quisesse matar" os manifestantes.

Contudo, Baek declarou que a polícia não teve escolha senão avançar, porque os manifestantes não paravam de lançar "cocktails" Molotov, tijolos, bolas de golfe, e ácido sobre as autoridades e sobre os transeuntes.

Desde ontem que dezenas de residentes de uma zona comercial da capital sul-coreana, destinada a ser re-urbanizada, lutam com a polícia exigindo melhores compensações para a sua situação.

Estatísticas

  • 2 leitores
  • 0 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1356819

Comentário + votado

X

Mais em Mundo (11 de 34 artigos)

O ministro dos Negócios Estrangeiros considera essencial que o democrata restabeleça a confiança na economia Amado acredita que Obama será “mais aberto e mais capaz de ouvir e dialogar com os aliados”