Pequim fez hoje saber que se opõe a um aumento da pressão internacional sobre o Irão. Quando se discutem novas sanções, a China, que é membro permanente do Conselho de Segurança da ONU, considerou que estas não seriam eficazes no objectivo de levar Teerão a parar o seu programa nuclear.
“Acreditamos que as sanções e a pressão não são a maneira de resolver os problemas”, afirmou a porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros Jiang Yu, num encontro com jornalistas em Pequim.
Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança concordaram em que Teerão tem de dar uma “resposta séria” às exigências da comunidade internacional para que pare o seu programa nuclear. Novas sanções estão em cima da mesa e dizem respeito aos limites de combustível que o Irão poderia importar.
Embora Teerão seja o segundo maior exportador no seio da OPEP, não dispõe de suficientes capacidades em refinarias que lhe permitam ser auto-suficiente em combustível. A China é justamente o país que lhe permite preencher um terço das necessidades de importação do Irão, escreve hoje o Financial Times. Citando banqueiros sob anonimato, o jornal afirma que as vendas realizadas por sociedades chinesas por via de intermediários representam um terço do combustível importado por Teerão.
“Acreditamos que as sanções e a pressão não são a maneira de resolver os problemas”, afirmou a porta-voz do ministério dos Negócios Estrangeiros Jiang Yu, num encontro com jornalistas em Pequim.
Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança concordaram em que Teerão tem de dar uma “resposta séria” às exigências da comunidade internacional para que pare o seu programa nuclear. Novas sanções estão em cima da mesa e dizem respeito aos limites de combustível que o Irão poderia importar.
Embora Teerão seja o segundo maior exportador no seio da OPEP, não dispõe de suficientes capacidades em refinarias que lhe permitam ser auto-suficiente em combustível. A China é justamente o país que lhe permite preencher um terço das necessidades de importação do Irão, escreve hoje o Financial Times. Citando banqueiros sob anonimato, o jornal afirma que as vendas realizadas por sociedades chinesas por via de intermediários representam um terço do combustível importado por Teerão.


