• |
  • Iphone
  • |
  • Mobile
  • |
  • RSS
  • |
  • Twitter
  • |
  • Facebook
  • Siga-nos em:

Presidência portuguesa da UE

Brown espera que Tratado de Lisboa faça esquecer debate institucional

13.12.2007 - 10:48 Por Lusa

O primeiro-,inistro britânico Gordon Brown disse hoje esperar que a assinatura do Tratado de Lisboa pelos Chefes de Estado e de governo dos 27 países da União Europeia permita pôr de lado o "debate institucional".
Na sua entrevista ao <i>Times</i>, Brown qualificou de falsas as afirmações segundo as quais o seu fraco entusiasmo pela Europa o teria marginalizado em Bruxelas Na sua entrevista ao Times, Brown qualificou de falsas as afirmações segundo as quais o seu fraco entusiasmo pela Europa o teria marginalizado em Bruxelas (Jeff Overs/Reuters/BBC)

Brown declarou ao diário britânico "Times" que desejava dizer ao público que, no futuro, "a atenção da Europa se vai concentrar na economia, segurança, comércio, reforma económica, aquecimento climático e não sobre o debate institucional."

O chefe do governo britânico renunciou assistir à cerimónia oficial de assinatura do tratado de Lisboa, para responder hoje de manhã às questões do comité de ligação da câmara dos Comuns, que congrega os responsáveis dos comités parlamentares e o interroga todos os seis meses.

Brown foi assim também acusado pela imprensa de ceder à pressão dos eurocépticos. No entanto deverá chegar a Lisboa para almoçar com os seus homólogos europeus e assinar o tratado durante o dia.

Na sua entrevista ao "Times", Brown qualificou de "falsas" as afirmações segundo as quais o seu fraco entusiasmo pela Europa o teria marginalizado em Bruxelas.

"Creio que verão que conduziremos o debate sobre a Europa", garantiu. O Tratado de Lisboa é muito controverso no Reino Unido, onde os seus críticos o consideram como a réplica exacta do projecto de Constituição Europeia, que foi reprovado em 2005 em referendo por franceses e holandeses.

Os eurocépticos pediram a Brown para organizar um referendo sobre o novo tratado, mas o chefe do governo recusou-se a fazê-lo, argumentando que não se tratava de uma constituição e que Londres tinha obtido as derrogações com o respeito pelas suas "linhas vermelhas" no texto final.

  • 8 leitores
  • 4 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1313678

Comentário + votado

Coerência de Brown

Há uma semana, Brown não veio a Lisboa porque estava presente Mugabe. Hoje chegou atrasado, quando ...

Florival Pereira

13.12.2007 20:05

Login