O presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, declarou hoje, em Moscovo, que não tenciona dialogar com o Hamas enquanto o movimento islamista não abdicar da autoridade em Gaza e não pedir desculpas "pelos crimes cometidos".
"A normalização [do diálogo com o Hamas] passa, antes de mais, pelo regresso à situação anterior ao golpe de Estado", afirmou Abbas, referindo-se à tomada de controlo pela força da província de Gaza por parte do movimento islamista, a 15 de Junho.
"O Hamas deverá reconhecer a sua culpabilidade e apresentar desculpas pelos crimes que cometeu", sublinhou Abbas.
A Rússia, que não suspendeu o diálogo com o Hamas, apelou ontem, mais uma vez, ao diálogo entre a Fatah e o Hamas.


