• Dead Combo e skates na passerelle
  • É possível convencer uma cidade a andar de bicicleta?
  • Primeira esplanada Time Out do mundo abre na Avenida da Liberdade

Documento do organismo entregue hoje no Parlamento

PS lamenta que relatório da ERC não tenha analisado oposição ao Governo das forças sociais

31.03.2008 - 19:43 Por Lusa

  • Votar 
  •  | 
  •  0 votos 
Arons de Carvalho diz não fazer sentido "não estar contabilizado o tempo atribuído à oposição feita pelas forças sindicais e sociais" Arons de Carvalho diz não fazer sentido "não estar contabilizado o tempo atribuído à oposição feita pelas forças sindicais e sociais" (Daniel Rocha (arquivo))
O deputado socialista Arons de Carvalho admitiu hoje que o PSD não pode ser desvalorizado na informação da RTP, mas lembrou que o relatório da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) sobre pluralismo político-partidário só analisou a oposição dos partidos ao Governo e não das forças sociais.

Admitindo ser preciso que a RTP analise as conclusões do relatório da ERC hoje entregue na Assembleia da República, Arons de Carvalho afirmou que "não faz sentido não estar contabilizado o tempo atribuído à oposição governamental pelas forças sindicais e sociais".

Por outro lado, adianta, o período analisado pela ERC coincide com a presidência portuguesa da União Europeia, o que torna "natural" que haja mais notícias sobre o Governo.

Segundo o relatório da ERC, o PSD é sistematicamente sub-representado nos blocos informativos da RTP, enquanto o PS é "apagado" como partido autónomo do Governo.

"É detectável [na informação da estação] um relativo excesso de presença do Governo e PS", sendo também "sistemática a sub-representação do PSD nos diferentes serviços de programas da RTP", refere o documento da ERC.

Para o deputado socialista, estes são conclusões que devem ser analisadas, assim como o facto de "entre os comentadores políticos [presentes na RTP], o mais próximo do PSD [Marcelo Rebelo de Sousa] tem o dobro do tempo do atribuído ao do PS [António Vitorino].

O caso não deve, na opinião do deputado socialista, ser "dramatizado". "Ninguém pode dramatizar e acusar a RTP de quebra de independência", sublinhou, acrescentando que "em lado nenhum do relatório se faz uma apreciação negativa sobre falta de pluralismo na RTP".

Ainda assim, admitiu Arons de Carvalho, o documento constitui "um ponto de partida para o aperfeiçoamento do procedimento da RTP" e também "do modelo de contabilização feito pela ERC".

Estatísticas

  • 4 leitores
  • 4 comentários

URL desta Notícia

http://publico.pt/1324299

Comentário + votado

Querida Imprensa

Caro Bagonha, a minha "pretensa" confusão por si alegada é antes compensada pela sua ...

DJ Fernandes

02.04.2008 12:51

X

Mais em Media (21 de 21 artigos)

Mota Soares disse que está "a ponderar chamar os responsáveis da informação da RTP ao Parlamento" CDS-PP critica "excesso de Governo" na informação da RTP