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Começa a ser distribuída no final de Abril

"Pen drive" com historial clínico garante confidencialidade

19.03.2008 - 16:14 Por Filipa Jorge

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Dados só podem ser consultados com a autorização do titular Dados só podem ser consultados com a autorização do titular (Miguel Madeira)
A Mobilwave S.A., empresa que desenvolveu as "pen drives" para transporte do historial clínico individual, que deverão começar a ser comercializadas no final de Abril, garante que cumpriu todas as medidas de segurança para assegurar a confidencialidade dos dados dos doentes.

Estas "pen drives", baptizadas ePCI - as iniciais de Processo Clínico Electrónico Individual, foram apresentadas à imprensa na semana passada e permitirão armazenar dados relativos ao percurso clínico dos pacientes, incluindo alertas, receituário, exames e análises, com integração de imagens, ecografias, raios-X e outro tipo de documentos.

Segundo a Mobilwave S.A., o acesso à informação contida no ePCI poderá ser feito através de três níveis, cada qual com uma password diferente, caso o titular deseje. O primeiro nível é destinado a casos de emergência e deve conter informação geral sobre o doente, como doenças crónicas, alergias ou intervenções cirúrgicas recentes. O segundo nível, o chamado “nível geral”, só permite o acesso aos profissionais de saúde se o doente lhes fornecer um código de segurança, que é apenas do seu conhecimento. O “nível total” destina-se ao titular da informação, que poderá aceder a todas as informações e configurações contidas no dispositivo.

Segundo Francisco Duarte, presidente da Mobilwave, para prevenir os danos de uma possível perda do dispositivo, o utente deve fazer periodicamente uma cópia de segurança para o seu computador pessoal. Para actualizar e consultar o historial clínico não é necessário instalar qualquer software no computador pessoal, sendo que todas as operações são realizadas no sistema da própria "pen".

Francisco Duarte admite "não haver sistemas 100 por cento seguros". No entanto, garante que o equipamento foi desenvolvido tendo em conta medidas máximas de segurança que previnam a divulgação de dados confidenciais dos utentes.

A Mobilwave já contactou a Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD), que não colocou quaisquer objecções à comercialização do produto. Segundo Clara Guerra, da CNPD, "uma vez que a pessoa controla a sua própria informação e autoriza a sua divulgação", o dispositivo não levanta qualquer problema à segurança e confidencialidade dos dados. Esta entidade aconselha, porém, todas as pessoas a estarem informadas sobre o produto antes de o adquirirem e, caso o adquiram, a tomarem as precauções necessárias para salvaguardar os dados confidenciais.

No sistema do ePCI podem ser encontrados Módulos Funcionais extra para as necessidades mais específicas de cada fase da vida como a gravidez, a infância, as idades jovens e adultas, ou para patologias crónicas como a diabetes ou a hipertensão. Segundo a Mobilwave, o ePCI é compatível com qualquer computador, tendo todos os requisitos tecnológicos para operar, sem necessidade de outros recursos, em casa, no hospital ou até mesmo numa ambulância.

A "pen drive" irá ser comercializada na Internet, farmácias, hospitais, clínicas e centros de saúde, mas a empresa admite a possibilidade de o dispositivo ser colocado à venda noutros canais de distribuição. O custo de venda por unidade rondará os 50 euros para pens de 1Gb, o formato adoptado para o lançamento.

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50 AEREOS?? por 1GB ??

Isso é que vai ser ganhar umas pastas.... 50 x 8 milhoes..... Na net há programas de codificação de ...

mefix

19.03.2008 19:42