No último trimestre do ano passado, praticamente todos os títulos da imprensa diária viram as suas audiências baixar comparativamente ao trimestre anterior auditado, de Abril a Junho.
De acordo com o Bareme Imprensa da Marktest, a liderança manteve-se inalterada, com o “Jornal de Notícias” a arrecadar a maior fatia das audiências (caiu 0,3 pontos para 11,4 por cento – ou seja, 947 mil leitores), seguido pelo “Correio da Manhã” (desceu de 9,8 para 9,5) e PÚBLICO (passou de 5,1 para 4 por cento, o que corresponde a 332 mil leitores).
O “Diário de Notícias” foi a excepção e conseguiu subir, ultrapassando o “24 Horas”, para 3,3 por cento de audiência.
No caso dos desportivos, apenas “O Jogo” manteve o nível de leitores, em 5,9 por cento, ao passo que o “Record” (7,1) perdeu a liderança para “A Bola” (que também caiu, mas menos, para 7,6).
Entre os dois títulos gratuitos, tanto “Metro” como “Destak” perderam leitores, para, respectivamente, 5,8 e 5,4 por cento.
”Expresso” não vacilou perante ofensiva do “Sol”
O Expresso conseguiu reforçar ligeiramente o seu número de leitores no último trimestre do ano, apesar do lançamento em meados de Setembro do concorrente “Sol”.
Segundo o Bareme Imprensa, o semanário de Francisco Balsemão subiu de 7,4 para 7,5 por cento de audiência, tendo o “Sol” registado apenas 2,8 por cento.
Todos os suplementos do “Expresso” também ganharam leitores. A revista Tabu (“Sol”) registou 1,8 por cento de audiência, contra os 5,7 da “Única”; e o suplemento de economia Confidencial ficou-se por 1,5 em comparação com 4,5 do Caderno Economia do “Expresso”.


