Protestos entre os jornalistas

Empresa da SIC já não trata filmes pornográficos desde terça-feira

15.02.2007 - 16:31 Por Ana Machado

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O serviço que levantou a polémica era uma boa fonte de receitas para a Impresa O serviço que levantou a polémica era uma boa fonte de receitas para a Impresa (Pedro Cunha/PÚBLICO)
Uma empresa pertencente à SIC e a funcionar nas instalações da televisão de Carnaxide tratava DVD de filmes pornográficos para formato digital que vendia a clientes. O caso, revelado hoje pelo tablóide "24horas", estava a indignar os jornalistas, mas um porta-voz da Impresa afirma que o serviço já encerrou na terça-feira.

A empresa em causa chama-se Global Media Technology Solutions e é herdeira da já extinta SIC Meios, que acabou há cerca de um ano, confirmou ao PUBLICO.PT José Freire, porta-voz da Impresa de Francisco Pinto Balsemão.

Os jornalistas da SIC, segundo o "24horas", não gostaram da ideia de partilhar o espaço com este tipo de serviço, que, de acordo com o jornal, era uma boa fonte de receitas para o grupo. Cobrava à hora, por transcrição dos filmes, cerca de 20 euros.

"Não sei para quem estavam a prestar o serviço", indicou José Freire. "O serviço foi suspenso na terça-feira. Estava a chegar ao fim o contrato e decidiu-se acabar mais cedo para resolver o problema. É tudo legal, mas é um assunto sensível", disse.

O PUBLICO.PT confirmou que um dos clientes deste serviço da Global Media Technology Solutions era um canal do pacote de televisão digital Clix SmarTV.

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Isto é mais uma anedota jurídica, não ?...

Isto é mais uma anedota jurídica, não ?

Anónimo

18.02.2007 15:17

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