• A sua trajectória traduz a possibilidade do acumular de forças contra a tirania do pensamento único.

  • Em muitas das queixas que recebo percepciono, não uma acusação formal, mas um certo fundo de desconfiança generalizada sobre os jornalistas. Os leitores que, porventura habitualmente, lêem esta página, não terão esta impressão. Pois, em vez das palavras que adornam essas críticas e comentários - jornalista “ignorante”, “inculto”, “desonesto,” ”faccioso,” “corrupto” -, os leitores encontram no texto as reticências entre parêntesis (…) que ocupam o lugar da omissão que faço. Admito ou tenho de admitir a discordância, a crítica, a discordância, o contraditório, a negação, mas o que não posso admitir é a ofensa, a desconsideração. Obviamente, isso tem-me valido, muitas vezes, a acusação de que pratico censura, de que protejo os jornalistas, quando o que me compete é defender os leitores. Esta perspectiva não necessita de mais comentários da minha parte. E creio que a grande maioria dos leitores do jornal compreendem a minha posição.

  • É dever do Dr. Marinho e Pinto esclarecer os muitos negócios que disse ter eu feito. Sendo tantos, como diz, não lhe será difícil caracterizar alguns. Fico cheio de curiosidade.

  • O ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional defendeu na quarta-feira à noite que os diretores dos meios de comunicação social deveriam criar um conjunto de regras transparentes sobre a forma como os políticos e os jornalistas se devem relacionar.

  • Jornalista foi encontrado morto na manhã desta segunda-feira em casa. Funeral marcado para quarta-feira, às 11h, em Alcobaça.

  • Ahmed Mansour foi julgado no Egipto por tortura, tendo sido condenado a 15 anos de prisão. Mas não era procurado pela Interpol.