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Disparos dos militares feitos após perseguição

Suspeito de furto morto pela GNR em Amarante

30.10.2009 - 11:21

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Suspeito terá disparado sobre a GNR, ferindo um dos militares Suspeito terá disparado sobre a GNR, ferindo um dos militares (Ricardo Brito)
Um homem de 47 anos suspeito de furto de um automóvel terá sido morto ontem na sequência de uma perseguição, a pé, por militares da GNR, no concelho de Amarante. As autoridades terão disparado em resposta ao alegado assaltante, que atirou sobre um dos elementos da guarda que seguiam no seu encalço, ferindo-o ligeiramente.

O incidente aconteceu ao início da tarde, em São Gens, quando uma patrulha da GNR procurava por uma viatura que tinha sido recentemente roubada. Quando se depararam com ela na rua, aproximaram-se da mesma com o objectivo de identificar e deter o suspeito que se encontrava no interior. Este, ao ver os agentes, saiu do carro e fugiu a pé, dando origem à perseguição, explicou ao PÚBLICO fonte desta força.

Segundo a GNR, os agentes da autoridade viram que o suspeito tinha consigo uma arma de fogo, empunhando, então, as suas armas. Nesse momento, o homem terá reagido, disparando o tiro que feriu um dos perseguidores. Ainda assim, o militar alvejado ripostou, ferindo o alegado assaltante. Mesmo sem grandes detalhes sobre o sucedido, a GNR garante que o primeiro tiro foi disparado pelo fugitivo.

A mesma fonte afirma que a vítima mortal foi atingida na zona do tórax, enquanto o ferido ligeiro, um dos dois agentes envolvidos na perseguição, de 30 anos, foi atingido num ombro. Foram chamados ao local os Bombeiros Voluntários da Lixa, que transportaram os feridos para o Hospital de S. Gonçalo, em Amarante

Ao que o PÚBLICO conseguiu apurar junto de fonte hospitalar, o suspeito foi estabilizado nesta unidade, sendo de seguida transportado, juntamente com o agente da GNR, para a outra unidade do Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, o Hospital Padre Américo, em Penafiel.

Por volta das 21h30 após várias intervenções cirúrgicas o homem de 47 anos viria a falecer por não resistir aos ferimentos, enquanto o agente de 26 anos recebeu alta do hospital.

Neste momento irá ser aberto um inquérito por parte da Inspecção Geral da Administração Interna para apurar os contornos deste incidente.

Segunda vítima mortal em perseguições da GNR no espaço de três dias

Um alegado traficante de droga terá sido na terça-feira passada morto a tiro em Famalicão após uma operação de detenção levada a cabo pela GNR. Este homem, de 57 anos, residente em Monte de Fralães, Barcelos, era o principal suspeito de um grupo ligado ao tráfico de droga que estava a ser investigado há perto de quatro meses pelas autoridades policiais.

O incidente ocorreu cerca das 11h na Avenida do Brasil, em Vila Nova de Famalicão, depois de a vítima, supostamente, ter acabado de vender droga a um outro indivíduo. A transacção terá sido efectuada no interior de um automóvel, quando os movimentos de ambos estavam a ser vigiados pela GNR, que tentava uma detenção em flagrante. O comandante do Grupo Territorial da GNR de Braga, tenente-coronel Barros Gonçalves, disse ao PÚBLICO que os dois indivíduos "não acataram a ordem de detenção" e que terão tentado ultrapassar a barreira policial, o que originou a perseguição. As autoridades abriram fogo sobre o veículo, atingindo o homem de 57 anos e causando um despiste. A vítima foi assistida pelo INEM e foi depois transportada para o hospital pelos Bombeiros Voluntários de Famalicão.

Desta operação resultou a apreensão de 150 doses individuais de heroína, duas balanças de precisão e 1285 euros em dinheiro. Além disso, a vítima possuía consigo 75 doses individuais de heroína e 35 de cocaína.

Segundo fonte oficial, a vítima mortal tinha sido condenada a oito anos por crimes relacionados com o tráfico de droga, mas tinha saído da prisão em Dezembro do ano passado.

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SALVE GNR

São actuações destas que precisamos. Não pode haver contemplação com ...

LEOLEO

30.10.2009 12:20