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Paulo Mota Pinto no Sabugal

PS devia mostrar aos portugueses "o que conseguiu cumprir", apontou vice-presidente do PSD

25.07.2009 - 20:18 Por Lusa

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O vice-presidente disse que o programa eleitoral do PSD estará disponível na segunda metade de Agosto O vice-presidente disse que o programa eleitoral do PSD estará disponível na segunda metade de Agosto (Pedro Cunha (arquivo))
O vice-presidente do PSD, Paulo Mota Pinto, considerou hoje que o PS, em vez de ter apresentado o seu programa eleitoral devia "mostrar" aos portugueses "o que conseguiu cumprir" na actual legislatura.

Paulo Mota Pinto, que hoje esteve no Sabugal, no encerramento de um encontro autárquico distrital da Guarda, realizado sob o lema "política de verdade", disse aos jornalistas, quando instado a pronunciar-se sobre o programa eleitoral do PS que o partido apresenta propostas "reeditadas".

"Mais importante do que propriamente esse tipo de promessas que temos visto e novamente reeditadas" disse que "o que falta saber" é se o primeiro-ministro José Sócrates "conseguiu cumprir o que prometeu há quatro anos e isso os portugueses sabem bem que não conseguiu", afirmou.

O dirigente nacional do PSD, que substituiu a líder Manuela Ferreira Leite naquela actividade política, por estar doente com gripe, acrescentou que neste momento, "estaria na hora" de José Sócrates "mostrar o que conseguiu cumprir e isso foi muito pouco".

Em relação ao programa eleitoral socialista observou que contém promessas "novamente reeditadas" como "mais mil empregos ou mais de mil postos [de trabalho] aqui, mais mil estágios ali, etc.".

Em relação ao programa eleitoral do PSD, indicou que "estará terminado antes do final do mês mas só será apresentado publicamente na segunda metade de Agosto".

Paulo Mota Pinto também comentou algumas das escolhas do PS para cabeças-de-lista às eleições legislativas, referindo que "muitas das escolhas das listas do PS são marcadas por candidatos que não têm ligações nenhumas aos distritos pelos quais se candidatam".

São "os conhecidos pára-quedistas" que disse verificar, numa primeira análise, em distritos como Guarda, Faro e Coimbra.

Reconheceu que uma situação idêntica "aconteceu com o PSD nas últimas eleições nalguns sítios" mas disse que "é uma prática que na medida do possível, deve ser evitada".

Como se encontrava no distrito da Guarda, assumiu que em relação ao candidato socialista Francisco Assis "parece que é claro que é um desses casos".

Já durante a intervenção proferida na sessão de encerramento da actividade partidária, o dirigente nacional não poupou críticas à actual governação socialista e afirmou que "só o PSD pode retirar o PS do poder".

Disse que o PSD "é um partido insubstituível" e "tem de mobilizar-se para a vitória" nos dois próximos actos eleitorais".

Durante a convenção autárquica distrital do PSD, discursaram onze dos catorze candidatos às Câmaras Municipais do distrito, que revelaram preocupações relacionadas com a interioridade e o peso da desertificação dos territórios.

O presidente da distrital social democrata, Álvaro Amaro, que volta a recandidatar-se à presidência da Câmara de Gouveia, reclamou mais atenção para as regiões do interior, considerando, em relação ao litoral, que "o país não pode andar a velocidades diferentes".

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ESQUERDISTAS

E sempre a mesma coisa,antes de escrever o meu comentario gosta de ler alguns,e fico pasmado,já ...

VIDI.

26.07.2009 12:43