Não é inédito o desejo de implantação de instituições de ensino superior em Cascais.
Primeiro foi a Universidade Moderna, hoje extinta, que pretendia arrancar no ano lectivo de 1990/91 com um conjunto de prefabricados na Quinta da Alagoa, Carcavelos. Em 1995/96, para o mesmo local, a recém-formada EIA (Ensino e Investigação e Administração, SA) queria criar a Universidade de Cascais.
Temendo a descaracterização da zona, a oposição popular e muita polémica partidária fizeram o executivo do socialista José Luís Judas entrar em choque com a assembleia municipal, que pretendia uma localização alternativa. Consumado o chumbo à EIA, esta fundaria, em 1996, a Atlântica, na Fábrica da Pólvora, em Barcarena, Oeiras.


